sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Temporada 2012 da pesca da tilápia


Olá amigos tilapeiros aqui da Região de Curitiba, como todo ano acontece, nada tenho postado de novidade, simplesmente porque desde abril do ano passado até o iníciol de dezembro não pude pescar minhas queridas tilápias, meu vício inveterado, que me obrigo a abandonar durante o inverno, que é pura "sacanagem" do clima para nós pescadores deste peixe. Enfim, esquentou no referido mês, então, procurei manter contáto com minha galera que estava se arriscando á ir na Represa do Capivari tentar as tilápias. Na verdade, eles só tentaram, pois as "meninas" não estavam dando o "ar da graça" e certamente foi devido a desova, depois o cuidado com os filhotes, coisa que na verdade, nem adianta iscar os anzóis com nota de 100 ( para quem as tem é claro), que elas simplesmente ignoram. Então, resolvi por questão de economia, ir pescar nas cavas do S.Cecilia em S.Jose dos Pinhais e nestas ocasiões cpturei algumas de médio porte.
Mais as saudades da galera, me fez ir "arriscar" lá no Capivari e só serviu para tal fim, inclusive, na semana passada estive por lá e para variar "caí do cavalo".
Na verdade, tanto no S.Cecilia, bem como na represa, as meninas estão "paradas", situação estranha para este momento que normalmente em anos anteriores, já estavam pegando.
Outra coincidência que me deixa "P" da cara é que cada vez que vou lá na represa, saio de Curitib a com o céu de brigadeiro, um sol maravilhoso, mais chegando l´pa, o "filho da... do PEDRÃO, resolve mandar chuva. Fazer o que, afinal eéle que manda no pedaço e para todos que estamos lá, só resta "amassar barro" sujar as roupas, tralha de peca, etc, com o mesmo e prá "endoidar" se der sorte pegar as tilapinhas miúdas.
E por falar nelas, outra coisa interessante também ppude observar é que estas danadinhas anteriormente atacavam as iscas durante o dia e encostavam nos barrancos na pesca noturna, mais agora, é neste período que elas tem sido pescadas.
Obviamente que pelo tamanho nem vale apenas levá-las para uma "fritada", então para não encherem a paciência, pelo menos eu, as coloco no meu samburazinho de 3 metros de comprimento e na volta para casa, as devolvo ao reservatório.
Além disso, mesmo sendo "macaco velho" estive conversando com um outro tilapeira que já a dois anos deixou de frequentar o Recanto do Sabiá e no "papo" ele me deu uma dica, a qual quem sabe,possa ajudar os demais, ou seja:
"Os barrancos do Sábia são na maioria íngremes e nós jogamos ceva próximo a ponteira das varas. Ora, segundo ele, a tendência das mesmas é rolar adiante dos anzóis, bem como, as tilápias maiores, costumam movimentar as nadadeiras, movimentando as cevas para mais longe ainda, então, este companheiro depois de "apanhar" muito, numa pescaria fez a seguinte tentativa:
" Retirou as varas curtas ( até 3 metros) que pescava, colocando em seu lugar outras acima de 4,50 metros". Não há de ver que segundo ele, as coisas deram certo, pegou então, algumas tilápias de bom porte. este blog.
Tendo isto por base, fiz o mesmo e sabem o que aconteceu?
Nada de pitibiriba, portanto, acho que o PEDRÃO, está de "marcação comigo. Não importa, vou continuar tentando isso nas próximas vezes que aparecer por lá.
Para alongar o "papo", tem outra estória:
Nesta última pescaria, além da chuva que "encheu o saco" durante até a meia noite, bem como, não entrou nenhuma tilápinha, resolvi subir morro acima e ir dormir na minha barraca e no outro dia cedo, voltei ao pesqueiro. Tinha uma neblina daquelas, mais depois de algum tempo, o sol veio maravilhoso e neste meio tempo, armei minhas pegadeiras com capim papuã e como resultado, as miudas detonavam todos eles. Parti para a pesca do lambarí com sagú, e também estavam preguiçosos, no entanto, notei que ao jogar ceva de milho moído, havia um cardume de alevinos que não passavam de 2 cm, que se deslocam de um lado para o outro, onde a mesma caia, eram provavelmente milhares, então, pude presumir que eventualmente as tilápias maiores, daqui em diante vão começar á aparecer. Só falta ir confirmar e para ver se estou certo, pretendo ir na próxima segunda feira lá no Sabiá, depois lhes conto o resultado.

sábado, 23 de abril de 2011

DIREITOS QUE O BRASILEIRO NÃO CONHECE


Já afirmei antes e repito, o objetivo maior deste blog é falar de pescarias e tudo que se refira á mesma, entretanto, quando encontro alguma matéria de utilidade pública, não declino da oportunidade de reproduzí-la:
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Autor do artigo: Rizzatto Nunes
Mestre e doutor em Filosofia do Direito - Direito do Consumidor- Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
A responsabilidade do Estado no caso de acidentes naturais derivados de enchentes e desmoronamentos
As várias tragédias relativas a inundações provocadas por chuvas regulares e previsíveis, assim como por aquelas extraordinárias e também os desmoronamentos de encostas, prédios, casas e o soterramento de pessoas gerando centenas de mortos e feridos, é algo de tamanha gravidade que passou muito da hora da tomada de posição séria pelas autoridades no que diz respeito a ocupação do solo e as necessárias ações preventivas visando a segurança das pessoas e de seu patrimônio. De nada adianta ficar simplesmente acusando as vítimas depois das ocorrências, eis que, certo ou errado, elas já estavam vivendo nos locais conhecidos abertamente. Afinal, as pessoas precisam morar em algum lugar.
É verdade que, quando surgem eventos climáticos não previstos, como, por exemplo, chuvas caindo em quantidades nunca vistas acabam sendo possíveis justificar a tragédia por força do evento natural. Mas, naqueles casos em que os eventos climáticos são corriqueiros, ocorrem na mesma freqüência anual e em quantidades conhecidas de forma antecipada e também nas situações em que a ocupação do solo feita de forma irregular permitia prever a catástrofe, o Estado é responsável pelos danos e deve indenizar as vítimas e familiares. A legislação brasileira é clara a respeito. Faço, pois, na seqüência, um resumo dos direitos envolvidos.
- Responsabilidade civil objetiva
A Constituição Federal estabelece no parágrafo 6 do artigo 37: “A responsabilidade civil objetiva do Estado pelos danos causados às pessoas e seu patrimônio por ação ou omissão de seus agentes. Essa responsabilidade civil objetiva implica em que não se exige prova da culpa do agente público para que a pessoa lesada tenha direito à indenização. Basta a demonstração do nexo de causalidade entre o dano sofrido e a ação ou omissão das autoridades responsáveis.
Anoto que, quando se fala em ação do agente público, isto é, conduta comissiva, está se referindo ao ato praticado que diretamente cause o dano. Nessa hipótese, então, a responsabilidade tem origem na falta de tomada de alguma providência essencial ou ausência de fiscalização adequada e/ou realização de obra considerada indispensável para evitar o dano que vier a ser causado pelo fenômeno da natureza ou outro evento qualquer ou, ainda, interdição do local etc.
Muito bem. Em todos esses casos de inundações, desmoronamentos, soterramentos etc causando a morte e lesando centenas de pessoas o Estado será responsabilizado se ficar demonstrado que ele foi omisso nas ações preventivas que deveria ter tomado. Se, de fato, os agentes públicos deveriam ter agido para evitar as tragédias e não o fizeram, há responsabilidade. Tem-se que apenas demonstrar que a omissão não impediu o dano, vale dizer, a vítima ou seus familiares (em caso de morte) devem demonstrar o dano e a omissão, para ter direito ao recebimento de indenização.
- Caso fortuito, força maior, culpa exclusiva da vítima
Antes de prosseguir, lembro que o Estado não responderá nas hipóteses de caso fortuito, força maior ou culpa exclusiva da vítima ou terceiros. No entanto, os eventos da natureza que se caracterizam como fortuito são os imprevisíveis, tais como terremotos e maremotos e até mesmo chuvas e tempestades, mas desde que estas ocorram fora do padrão sazonal e conhecido pelos meteorologistas. Reforço esse último aspecto: chuvas sazonais em quantidades previsíveis não constituem caso fortuito porque as autoridades podem tomar as devidas cautelas para evitar ou ao menos minimizar os eventuais danos.
A força maior, como é sabido, é definida como o evento que não se pode impedir, como por exemplo, a eclosão de uma guerra. E a culpa exclusiva da vítima ou de terceiro, como a própria expressão contempla é causa excludente da responsabilidade estatal porque elimina o nexo de causalidade entre o dano e a ação ou omissão do Estado. Aqui dou ênfase ao que importa: a exclusão do nexo e consequentemente da responsabilidade de indenizar nasce da exclusividade da culpa da vítima ou do terceiro. Se a culpa da vítima for concorrente, ainda assim o Estado responde, embora nesse caso, deva ser levado em consideração o grau da culpa da vítima para fixar-se indenização em valor proporcional. Dou como exemplo de culpa concorrente o da construção de uma casa que exigia a tomada de certas medidas de segurança que foram desprezadas pelo agente de fiscalização e também pela vítima.
- Pensão
Os familiares que são dependentes da pessoa falecida têm direito a uma pensão mensal, que será calculada de acordo com os proventos que ela tinha em vida. Do mesmo modo, a vítima sobrevivente pode pleitear pensão pelo período em que, convalescente, tenha ficado impossibilitado de trabalhar.
- Outros danos materiais
Além da pensão, no cômputo dos danos materiais inclui-se todo tipo de perda relacionada ao evento danoso, tais como, no caso de desmoronamento da habitação, seu preço ou o custo para a construção de uma outra igual e todas as demais perdas efetivamente sofridas relacionadas ao evento. No caso de pessoa falecida, além dessas perdas, cabe pedir também indenização por despesas com locomoção, estadia e alimentação dos familiares que tiveram de cuidar da difícil tarefa de reconhecer o corpo e fazer seu traslado, despesas com o funeral etc.
- Danos morais
Tanto a vítima sobrevivente como os familiares próximos à vítima falecida podem pleitear indenização pelos danos morais sofridos, que no caso dizem respeito ao sofrimento de que padeceram e das seqüelas psicológicas que o evento gerou. O valor dessa indenização será fixado pelo juiz no processo.
De todo modo, é bom deixar consignado que o responsável em indenizar tem o dever de dar toda assistência às famílias das vítimas, inclusive propondo o pagamento de indenizações e pensões. Essa conduta, uma vez realmente adotada, poderá influir numa eventual ação judicial para a fixação da indenização por dano moral. É que, nas variáveis objetivas utilizadas pelo magistrado para fixar a quantia, uma delas é a do aspecto punitivo.
Na verdade, como se sabe aquilo que se chama indenização em matéria de dano moral não é propriamente indenização. Indenizar significa tornar indene, vale dizer, encontrar o valor em dinheiro que corresponda à perda material efetiva; fazer retornar, pois, ao "status quo" anterior. Por exemplo, se a pessoa perdeu seu automóvel, basta saber quanto o mesmo valia e fixar a indenização nesse valor. É um elemento de igualdade, portanto.
Já a "indenização" por dano moral não pretende repor nenhuma perda material ou devolver às coisas ao estado anterior. É impossível reparar o sofrimento pela perda de um ente querido. Desse modo, a indenização por danos morais é, como se diz, satisfativo-punitiva: uma quantia em dinheiro que possa servir de conforto material e ao mesmo tempo punição ao infrator.
Assim, o aspecto punitivo deve ser reforçado quando o causador do dano age com má-fé, intenção de causar o dano, ou regularmente repete os mesmos erros. Todavia, por outro lado, o magistrado deve levar em conta a atitude do causador do dano após a ocorrência do evento. Se ele se comportou adequadamente, como acima referi, então, nesse caso, a seu favor haverá uma atenuante para fixar o "quantum" indenitário em menor valor.

domingo, 17 de abril de 2011

ÉTICA E POLÍTICA BRASILEIRA


Ludimila Coelho Loiola
Publicado 5/05/2008

Reproduzindo

Meu comentário:
O texto a seguir reflete a realidade que vivemos em nossos dias e muito do que consta no mesmo já é de domínio público e minha esperança é que através da leitura do mesmo, a sociedade como um todo, possa mudar sua postura.
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Confirma a autora os conflitos entre a ética e a política, onde este poder, interfere nas relações sociais, deturpando valores morais da sociedade ordeira, através de mentiras e corrpção, pois muitos políticos só procuram autopromoção e manipulação da sociedade. Prova disto, são as rotineiras denúncias de corrupção, deixando a sociedade brasileira perplexa.
Entretanto, parte desta mesma sociedade não reivindica mudanças neste quadro, bem como, em período eleitoral, promessas são feitas, porem não são cumpridas, algumas por “pura falta de interesse” outras por ineficiência ou falta de recursos do Estado.

Breve história de nossa Política:
A República foi instaurada em 1889 e vai até 1964. Podemos dividir essa fase em:
1) de 1889 a 1894, a República dos Marechais;
2) de 1894 a 1930, da convencional retomada do poder pelas oligarquias ao início de ruptura, de 1922 a chamada Revolução de 1930;
3) de 1930 a 1937, uma grande virada, com o governo de Vargas, primeiro como ditadura, depois constitucional, com a pregação das ideologias de direita e esquerda;
4) de 1937 a 1945, o Estado Novo com o corporativismo de Vargas;
5) de 1945 a 1964, (subdividido) com o interregno presidencial de 1949 a 1950, incluindo com a volta de Vargas à presidência, agora eleito, e de 1955 a 1964, com a chamada Era JK, de 1956 a 1961, completada com a instabilidade e a crise de 1961 a 1964, quando a chefia do Estado se conduz com insegurança e termina com o Golpe Militar de 1964, que depõe o governo e instaura outra ordem, na alegada revolução regeneradora dos militares.
Em relação á isto declara a autora:
As movimentações políticas no País desde então:
a)- não levaram em conta a vontade da maioria da população.
b) Sempre foi um poder antiético e elitista, centrado no acúmulo de poder político-econômico nas mãos de poucos cidadãos para o beneficiamento da mesma massa populacional.

CONDUTAS E POSTURAS POLÍTICAS NO BRASIL
Desde o início da República no Brasil, o poder é exercido pelas elites do país e para essas elites ou seja:
1)-.Durante a República Velha (1889 - 1930) acertada a indicação [para a presidência], contudo, isso já equivalia à eleição, de vez que os governos estaduais tinham poder para dirigir as eleições e não hesitavam em manipular os resultados para enquadrá-los nos seus arranjos pré-eleitorais. Com o apoio dos líderes políticos de um número de estados suficiente para assegurar a maioria eleitoral, e o candidato indicado, amparado pelo regime vigente, temia muito pouco a derrota.
2)- À medida que o século XX avançava e as cidades cresciam, a manipulação do eleitorado tornava-se mais difícil. Mas os resultados nas cidades ainda podiam ser neutralizados pelos 'currais' eleitorais dos chefões do interior (conhecidos como "coronéis"), que governavam seus domínios patriarcais com mão de ferro. Se bem que o sistema político de coronelismo estivesse em declínio, como resultado das mudanças econômicas que minavam a tradicional estrutura econômica do atrasado interior brasileiro, ainda era considerado como um fator importante durante as negociações pré-eleitorais de 1929.
3)- Dessa forma, apesar de nas eleições de 1929 Júlio Prestes ter sido o candidato à presidência mais votado, não pode tomar posse. Era mais interessante, do ponto de vista político, que o candidato derrotado, Getulio Vargas, exercesse o poder para garantir que a elite brasileira (composta naquela época principalmente por cafeicultores) continuaria sendo privilegiada.
4)-Essa política de apadrinhamento e coronelismo decorrem até os dias de hoje. O coronelismo ocorre principalmente nas cidades do interior onde a população é mais pobre e carente, tornando-se mais facilmente manipulada.
Os "coronéis" utilizam-se da máquina do poder e da boa fé dos cidadãos para garantir à população residente em seu domínio eleitoral uma educação básica de péssima qualidade, não permitindo a esse povo perceber o seu estado de absoluta alienação.
Realizam alguma obra em favor da população através da troca de favores: o beneficiamento social X o voto. Por não perceberem essa manipulação, os "coronéis" são vistos pelos eleitores como os "bons homens", "aqueles que fazem tudo por nós". Pura ilusão. Não há por que pensar e agir eticamente se dessa forma não haverá retorno financeiro.
Na década de 30 já era evidente a marginalização da sociedade e a discrepância social entre as diferentes camadas populacionais, aumentando cada vez mais o imenso abismo social hoje existente.
A elite brasileira permaneceu diretamente no poder durante toda a república (de 1930 a 1964) nos governos de Getúlio Vargas, Dutra, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart, pois estes presidentes não lutaram efetivamente pelo bem-estar, igualdade, moradia, educação e saúde para a população. Ao contrário, fortaleciam o poder da minoria populacional mais rica.
Após o Golpe Militar (1964), apoiado pela elite, com a passagem dos presidentes Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel, Figueiredo e Tancredo Neves, percebemos que as diferenças sociais não foram cuidadas nesse período.
As várias políticas econômicas utilizadas no referido momento histórico contribuíram em grande escala para vastos períodos de recessão e o conseqüente empobrecimento da população.
Não havia uma preocupação ética com a população. O próprio Golpe Militar foi uma ação antiética, pois privou toda a população de usufruir dos seus direitos individuais, como o direito de ir e vir, o direito a liberdade de expressão, dentre outros, além da repressão política sofrida pela população em geral.
4. CONCLUSÃO
Conforme pudemos observar acima, o processo político brasileiro, desde o seu início, não se preocupou na prática com princípios éticos e sociais durante a formação da sociedade. Dessa forma, formou-se uma sociedade patriarcal, com uma população pobre, destinada a viver na miséria, e com uma cultura individualista que reflete em todas as áreas de atuação populacional.
De tão acostumado com escândalos políticos, os brasileiros pouco se comovem, e continuam estáticos em relação a todos os impasses provocados pelas políticas elitistas dos governantes.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Falta preparo contra a violência


Este é mais um tema que foge á finalidade deste blog, entretanto, por sua importância, nunca será demais mencioná-lo e até debatê-lo pois afeta á todos, então:
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Leio hoje no jornal a matéria que aborda este tema, diante do ocorrido na tragédia da morte de crianças em colégio do Rio de Janeiro e informa entre outras coisas que:
1)- “ Pesquisa da Unesco de 2006 mostra que 35% dos estudantes e 29% do corpo técnico das escolas, já viram armas em colégios de seis capitais brasileiras, sendo as mais freqüentes: canivetes 22%, facas 13% e 12% de revólveres”.
2)- São os professores que devem ensinar alunos a lidar com as diferenças, pois a violência se manifesta através de ameaças, xingamentos e agressões psicológicas, um retrato do que acontece em sociedade e portanto os educadores estão mal preparados.
Pois bem, cabe-me ainda destacar que a matéria informa que aqui em Curitiba é que existe o maior número de alunos envolvidos na situação acima e a nossa cidade é a segunda capital em agressões por arma de fogo, de acordo com dados do IBGE de 2009.
Mais nem tudo está perdido, pois nos é informado também que 87de nossas escolas municipais tem o programa “ Comunidade Escola”, integrando a comunidade no ambiente escolar, com palestras, reuniões, onde são tratados assuntos tais como o bullying e outros nas conversar com as famílias.
4) Deste ponto em diante vêm à opinião de especialistas afirmando que:
a) É necessária para a mudança do quadro, a capacitação dos professores, usando como fonte diagnósticos e pesquisas;
b) Pois eles e funcionários, não estão capacitados á trabalhar com esta diretriz, portanto é preciso criar espaços para o diálogo entre alunos e ensiná-los á lidar com as diferenças, onde portanto, os professores não precisem arbritar, deixando as partes envolvidas chegar á um consenso.
Ora, francamente este é um quadro evidente em todo nosso País e as recomendações dos especialistas servem para todas escolas e professores.
Por outro lado, sejamos sinceros e realistas, independente da importância de tais recomendações, penso não passar apenas de “balelas”, pois o que realmente pode ajudar á resolver os problemas é em primeira mão e indispensável, á educação das crianças e adolescente na família, portanto, mais uma vez, está se transferindo a responsabilidade unicamente ao professor e educadores.
5)- Dentro deste quadro, veja o que diz a crítica contundente da secretária de educação da APP/Pr:
a)- “A formação de professores hoje em dia, está focada indevidamente em escola ideal, aluno ideal, da classe média escolarizada”;
b)- Isto não existe, pois o que é fato e acontece é a precarização do ensino, condições de trabalhar e a falta principalmente da qualidade
c)- Sem estas é impossível tornar uma escola um ambiente de proteção, mesmo sendo ela a única instituição que crianças e jovens tem acesso.
A secretária tem razão, pois é claro e evidente que:
“A violência não surge na escola e sim na sociedade, onde as famílias a representam, portanto, muitas declinam de seu dever e acham mais fácil transferir tal responsabilidade aos professores e só se importam em ir à escola quando problemas da violência atingem seus filhos, normalmente para criticar, fazer cobranças, nunca para apoiar iniciativas que previnam as mesmas.
Mais uma coisa podemos até esperar, apenas lamentando,diga-se de passagem, enquanto governo, sociedade (famílias) menosprezarem ou postergarem tudo o que foi exposto, novas tragédias irão se repetir e ficaremos sempre na mesma “lenga lenga” concordam?

terça-feira, 12 de abril de 2011

CEM ANOS DO USO DA VÍRGULA


Antes de entrar propriamente no assunto, gostaria de sugerir que quando vocês fizerem algum comentário sobre meus artigos, por favor, indiquem o e-mail para que eu possa responder prontamente quando for o caso.
Obrigaduuuuuuuuuuuuuu
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Sobre a Vírgula

Muito legal a campanha dos "100" anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:


SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...

* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

COMO TURBINAR SUA VARA TELESCÓPICA DE MÃO


Alguém conhece varas telescópicas de mão, preparadas para a pesca da tainha?
Pelo sim ou pelo não, vamos ao que ela tem de diferencial:
1)Independente do comprimento que pode variar de 3 metros ou mais, contem também:
a) Uma borracha (garrote para retirada de sangue), á qual é presa na tampa da vara;
b) A linha passa pelo interior dos gomos da vara e é obvio, sai pela extremidade da mesma, onde estará atado um girador, ficando por conta do pescador, a utilização de outra linha de sua preferência, presa na outra extremidade do mesmo.
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Beleza concorda?
Pois bem, podemos fazer o mesmo com pequenas modificações e pagar muito menos que uma vara pronta, especialmente quem já tem estas varas, então, vamos ao que interessa:
Em vez de usar um garrote, ele pode ser substituído por um elástico revestido com nylon facilmente encontrado em lojas de armarinhos gerais, que custa R$0, 50 centavos/metro;
A vantagem de utilizá-los é:
a) não há necessidade de se fazer dois furos na tampa da vara;
b) um só basta, desde que seja na espessura do elástico e a forma de prendê-lo na extremidade da tampa é fazer nós que impeçam sua saída.
c) Sugiro que o comprimento total do elástico seja em torno de um metro, bem como, prender em sua extremidade um girador da espessura do mesmo, fazendo outro nó, porem não deixando sobras.
d) Substituir a linha de monofilamento por um fio de nylon, encontrado nestas lojas ou naquelas que vendem material para estofadores. Este fio é muito resistente e a espessura maior e recomendada é fio 16. O Preço é de aproximadamente R$ 10,00 o carretel de 500 metros.
Montagem:
a)Retire a ponteira da vara telescópica de emenda curta ou se for a de emenda longa, o pitão de sua extremidade;
b)Pegue o gomo mais fino da vara e passe o fio de nylon por seu interior, (OBS:Lembre que o comprimento do mesmo deve ser de uns 10 cm maior que o comprimento da vara e é lógico, descontando o metro do elástico).
c)Depois disso, coloque a emenda fina por dentro dos demais gomos da vara, que devem estar fechados e puxe o fio de nylon, para em seguida amarrá-lo ao girador do elástico;
d)Na extremidade do fio de nylon prenda provisoriamente outro girador de espessura maior, daí comece a esticar a vara, da parte mais fina para a mais grossa, até que todo fio chega ao fim e faça com que o elástico vá para o interior da mesma.
e)Feito isso, você notará que a tampa encostar-se-á ao final da vara, então é hora de esticar o fio, para amarrar em definitivo aquele girador.
OBS: para facilitar a amarração definitiva do girador, sugiro puxar o fio de nylon um pouco mais do que o necessário e prendê-lo de alguma forma e é claro cortar o excesso do mesmo depois de amarrado o mesmo.
f)Daí você pode amarrar na outra extremidade do girador a linha de monofilamento que pretende usar, porem lembre-se, que o comprimento da mesma fica á sua escolha, mais quanto maior, maior será dificuldade de lançar a linha na água, então sugiro, uns 30 cm
g)Depois é só amarrar outro girador no final da linha e na sua extremidade, amarra-se outra linha onde o anzol será atado, mais para isso é preciso primeiro colocar a bóia e um chumbo de correr de peso proporcional á mesma.
Finalização do processo:
1)-Para fechar os gomos da vara, retire a tampa da mesma e comece a recolher pelo último gomo, puxando sucessivamente o elástico e fio de nylon até chegar à ponteira;
2)-É importante que sua vara já tenha fixado um prendedor de linha, onde então, o fio de nylon será enrolado e quando chegar ao elástico gire-o no gomo final, para que o mesmo não perca a resistência.
3)-Só após isso é que você deve enrolar a linha de pesca propriamente dita no próprio prendedor, que possibilita também fixar o anzol nas suas aberturas.
4) Na hora de pescar, inverta o processo começando a desenrolar primeiro a linha de pesca, depois, desenrole a borracha e o fio de nylon esticando-o pela ponteira da vara, para finalmente então, regular a altura da bóia de acordo com a profundidade do pesqueiro, isque o anzol e tenha boa sorte.
No final da pescaria o processo de recolhimento se dará conforme o item 1.
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Ufa! Bem que dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, mais considere que você terá que fazer o mesmo se resolver comprar varas prontas.
Você sacou qual a finalidade do elástico?
Muito bem! Ele é mesmo para cansar o peixe.
Então, largue mão de vagabundice e mãos á obra, mesmo porque você pode usar estas varas para outros peixes de sua escolha.
IN TÉ...

sábado, 2 de abril de 2011

ÊTA ÔNIBUS PORRETA!




Reproduzindo:
A prefeitura de Curitiba (PR) entrega hoje, dia do aniversário de 318 anos da cidade, o Ligeirão azul, o maior ônibus bi articulado do mundo, com 28 metros de comprimento e capacidade para 250 passageiros, o que representa um aumento de 45% na oferta de lugares - atualmente a oferta é de 170 lugares.
O veículo também tem sinal luminoso para indicar a abertura das portas, o que beneficia especialmente pessoas com dificuldade de audição, e plaquetas em braile indicando o nome da linha colocadas nos braços e encostos dos bancos reservados a portadores de deficiência, idosos e gestantes.
Além de transportar um número maior de passageiros, o Ligeirão azul vai operar só com biocombustível à base de soja, que reduz em 50% a emissão de poluentes, e dispõe de sensores que lhe garantem a prioridade nos semáforos.
Melhorias
A entrega das nove linhas Ligeirão, da cor azul, faz parte de um projeto de melhorias do transporte coletivo iniciado no ano passado. Segundo a prefeitura, serão 24 bi articulados azuis, que vão substituir os articulados vermelhos das linhas Pinheirinho-Carlos Gomes (da Linha Verde) e Ligeirão Boqueirão.
O Ligeirão Boqueirão, que completa um ano, reduziu em 15 minutos o tempo de viagem entre o bairro e o centro. Hoje, o trajeto de 20,5 quilômetros é feito em 20 minutos. O intervalo entre os ônibus, em horário de pico, é de cinco minutos. São cinco paradas, enquanto o expresso normal faz 19 paradas.
O bi articulado azul faz parte de um amplo projeto de renovação da frota curitibana, o que inclui os chamados Ligeirinhos, ônibus das linhas diretas que têm pontos mais distantes e não circulam em vias exclusivas. Como os Ligeirões, também os Ligeirinhos virão com novo design e novos acessórios de conforto e segurança para o usuário.
Até o fim do ano, Curitiba terá recebido 544 novos ônibus, o que representa mais de 28% da frota operante da Rede Integrada de Transporte. Nos últimos cinco anos, a renovação já foi feita em 1.120 ônibus.