quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Não dá para acreditar em dono de pesqueiro

Segunda feira, 19 do corrente p.p. depois de um longo tempo, resolvi ligar para o Tadeu do Recanto do Saviá, para saber sobre as coisas por lá e ele em resposta falou que parte de minha galera estava por lá, ou seja: o Osvalin e a esposa, o Emerson e o Zacarias, bem como, que os pessoal em geral estava pegando algumas tilápias dee bom porte.
Como já passava das 18 horas, fui colocando no carro parte das tralhas que sempre levo quando vou pescar naquele local, pois achei melhor deixar a minha ida ao local na manhã de terça de fato, às 5 horas da matina, pulei da cama e fui preparar o café , bem como, a “boia” que ia levar, e ainda a que deixei para meu filho Tiago e a comida de minhas cadelas.
Com o carro carregado com o restante das “coisas” peguei a estrada e cheguei no local às 7,30 da matina e desci o barranco para preparar o lugar da pescaria, levando parte das tralhas.
O Emerson já estava a postos e disse que na noite de segunda não foi possível pescar devido ao vento e ao frio daquela noite.
Armei minhas 5 varas de 4 metros e logo uma delas encontrou um “enrosco”, resolvi então usar as outras de 3,60 más o problema continuava, assim resolvi mudar para um local uns 5 metros adiante e para minha “sorte” lá também havia outro enrosco, então para resolver a questão, acabei armando somete quatro varas e ao lançar as linhas na [agua, com o anzol iscado com milho verde, os alevinos de tilária acabavam com tudo.
Havia tantos alevino que ao lançar as linhas e eles se assustavam e faziam “aquele” barulho característicos  e mesmo detonando as iscas, acabei pegando ao longo das horas dois deles que a cabeça encostava no rabo.
Já que as coisas estavam daquele jeito, subi o barranco e fui armar minha barraca no quiosque que o Emerson tinha armado a dele.
Logo o Emerson também subiu para preparar o nosso almoço e ficamos batendo um papo com outro pescador o Nelson ( Japonês) que vei ao local.
Depois do almoço, para não perder o costume, fui tirar uma “séstia” e por volta das 15 horas desci ao pesqueiro e as coisas continuavam da mesma forma e acabei pegando mais um alevino.
Para quem conhece os pesqueiro do Sabiá, sabe que nas tarde o sol forte  quase torra os pescadores, então, o melhor é ir bater papo com o pessoal que estava por lá e esperar a noite chegar para continuar a empreitada.
E assim aconteceu, mas nenhuma ação, até que de repetente uma boinha deu sinal de vida e lá veio outro alevino de tilápia e com os passar das horas outra ação, desta feita um “cascudinho” se fisgou e foi devolvido.
O clima estava ótimo, somente perto das 23 horas tive que vestir uma camisa de manga comprida e de todo o pessoal que estava do meu lado esquerdo, com a mesma “ sorte”, apenas um “cara” do meu lado direito de vez em quando fisgava algum peixe, pois, estava usando “bicho de laranja” como isca.
Desanimado e cansado,meia noite  resolvi recolher as tralhas e levar ao carro, pois pelo resultado, logo na manhã de quarta feira, ia tirar o time de campo.
Foi um sufoco para pegar no sono, fica difícil se acostumar e dormir no colchão inflável  e creio que lá pelas 4 da matina, veio um vento forte, nada aconteceu conosco, mais pela manhã deu para ver que todos os pescadores que estavam no local e no barranco da Pousada Capivari, também haviam se mandado.
Erste foi o resultado de mais uma pescaria frustrada no Capiva e penso que só vou voltar lá no final de novembro ou na metade de dezembro????
É isso aí.


2 comentários:

  1. Olá Marcão!
    Quem bom saber do seu relato ai do recanto, a represa continua muito baixa? e agora ja sabe, nunca confie no dono do pesqueiro haha! abraço!

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  2. Opa marcão blz?
    Estive por la na terça também peguei so uma tilapinha miudinha e uns lambaris tava muito fraco mesmo e o senhorzinho do pesqueiro também falou pra mim que tava pegando umas tilapias grandes também mas não vi ninguém puxar nenhuma

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