domingo, 17 de maio de 2015

DICAS DE PESCA DA TILAPIA NO INVERNO

 Estive lendo algumas delas num outro blog e certamente quem tem interesse na pesca deste peixe, terá uma infinidade de informações úteis, para a pesca em tanque, açudes e represas. Entretanto é preciso lembrar que  em alguns estados o inverno não é tão rigoroso como aqui no sul, pois, a partir do mês de  maio a temperatura ambiente e da água começa a cair e evidentemente, os exemplares maiores ficam inativos, mas mesmo assim é possível pescá-los no período que vai do meio dia até aproximadamente às 16 horas, apesar delas se manterem “manhosas”.
Que tipo de isca deve ser usada no inverno?
 Para facilitar a vida do pescador nesta época de frio, há uma grande variedade de marcas de massas . Elas já vêm prontas para serem usadas, bastando apenas  acrescentar a água do pesqueiro para dar liga
Preparo do material de pesca ?
Varas telescópicas de mão:  pode-se  usar linha de até 0,25mm, cuja resistência chega até 9 quilos,chumbo de lambarí, bem como,  uso de penas ou boias, regulando-as na profundidade do pesqueiro e os anzóis normais ou aqueles que tem uma molinha para segurar a massa:
Varas com molinete ou carretilha: Nestas, a linha pode  ser de diâmetro menor, já que estes acessórios comportam uma boa quantidade das mesmas, bem como, pode-se usar um chumbo de até 10 gramas que corra solto na mesma e tradicionalmente usam-se os famosos “chuveirinhos” com massas,  as quais devem ser moldadas no tamanho de uma “coxinha” média” e  estas,  na textura “esfarelenta” ou se necessário, um pouco endurecidas. Se perceber que a massa está caindo no lançamento, dê mais liga , onde pode-se usar banana amassada , batata doce cozida ou mesmo um pouco de farinha de trigo ou de mandioca, até resolver o problema. Resumindo, o pescador deve achar a textura adequada que melhore os resultados.
É certo que no período acima citado, a tendência das tilápias maiores é ficar numa profundidade com  a água aquecida pelo sol e esta pode variar entre  60 cm até 1,50 metros, portanto, em se tratando das varas acima,  o sistema de pesca pode ser igual à pesca de  carpas cabeçudas
 Utilize nas varas,  os apoiadores para seu conforto e mantenha a linha sempre esticada para perceber qualquer movimento.
Procure  ficar a maior parte do tempo parado no barranco, só se movimentando quando perceber o ataque do peixe.

 O truque das tilapinhas
 
Quando houver muitas tilápias pequenas roubando iscas, isque uma pequena tira de fígado de boi ou de galinha e faça uma camada de massa em volta. As tilapinhas irão comer a massa, deixando o fígado para o exemplar maior.
Será que tudo isto funciona?
Não sei, cabe tentar.
Até a próxima.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Qual a melhor isca para a pesca da tilápia?

Esta tem sido a dúvida de alguns companheiros que consultam este blog.
Evidentemente jamais pretendi ser o dono da verdade, mesmo porque, quem também costuma pesquisar na internet este assunto, irá encontrar inúmeras dicas à este respeito, conforme pude constatar.
Apenas um exemplo: 
Um cunhado que morou muitos anos numa cidade do interior e prestava serviços como agrônomo à vários sitiantes do local. Depois mudou-se para a capital e numa ocasião retornou para aquela cidade, levando seu filho e resolveu visitar alguns amigos sitiantes que fez por lá e estes tinham tanques para criação de tilápias, razão pela qual, resolveu pescar. 
No primeiro, escolheu como isca as minhocas o tempo se passava e nada de capturá-las. Nisso chegou um funcionário do sítio e disse:
Cm minhoca você não vai pegar nenhuma. Olhou em volta e viu um monte de esterco de vaca"seco”. Pegou uma pequena quantidade, umedeceu-a, fez uma bolinha e iscou o anzol. Pronto,  a pescaria foi um sucesso.
No dia seguinte foi à outro sítio para pescar e usou de volta as minhoca e nada???  Olhou em volta e viu que o esterco por lá existente estava fresco e fedido, portanto, não teve coragem de usá-lo. Logo chegou o filho do sitiante e num monte de folhas de verduras ( alface, repolho, etc)iscou um pequeno pedaço das mesmas no anzol e o resultado foi de várias capturas.
Estes dois casos servem para mostrar que em cada local de pesca, as tilápias preferem algum tipo de isca pela qual são alimentadas.
Aqui em Curitiba e RM, em cada local de pesca que tenho frequentado acontece o mesmo, ou seja:
Em alguns locais funciona o milho verde em espigas, o  bicho da laranja, bem como, capins ( picuio, papuã e erva doce) especialmente na represa do Capivari;
Em algumas cavas da RM, somente o milho verde, mesmo porque as iscas como minhoca, bicho da laranja, massinhas, são detonadas pelas tilapinhas, carazinhos e lambaris:
Num P&P que venho frequentando, as tilápias só atacam as massas prontas e estas são variadas ou seja:
Quando pesco numa cava existente no mesmo local, só funcionam as massa vermelhas como por exemplo aquelas com gosto de banana com mel, groselha ou goiaba e nesta ainda dou uma turbinada amassando alguma banana bem como uma porção de farinha de trigo e outra de mandioca crua, deixando-as um pouco mais duras,  entretanto, no lago principal, só funcionam as amarelas com algum sabor, misturadas com ração canina da mesma cor e estas precisarão esfarelar aos poucos, com um outro detalhe, elas são acondicionadas nos tradicionais “chuveirinhos” numa quantidade parecida à uma coxinha.
Como se vê, em cada local ou região, a tilápia só ataca as iscas com que estão acostumadas, lembrando é claro ser necessário atraí-las com a mesma ceva  usada como isca.
E por falar em ceva, segundo alguns companheiros, não se usa mais a ração de coelho para esta finalidade, pelo seguinte motivo:
Quando a tilápia come alguns de seus grão, o mesmo, incha em seu estômago, daí, com a “barriga cheia” ela não atacará as iscas, assim, substituímos por ração de peixa que afunde e se dissolva rapidamente na água,  bem como, por ração de cavalo com melaço, com o mesmo processo e o pulo do gato nesta é o “melaço” que torna a ceva adocicada. 
No mesmo sentido, está a ceva com massas prontas, onde sabores visam atrair estes peixes, inclusive as massas feitas em casa, onde se acrescenta algum ingrediente adocicado.
Finalmente, em se tratando de cevas é preciso considerar a quantidade ideal à ser lançada no pesqueiro, lembrando que naqueles públicos, possivelmente cada pescador que ocupou o lugar anteriormente certamente jogou alguma quantidade das mesmas.
Como se pode notar, não só na pesca da tilápia, mais de outros peixes é preciso levar em consideração os “ detalhes”, nos quais podemos  incluir o material de pesca apropriado para cada local ou pesqueiro.
Entendeu ou quer que eu desenhe?

Abraços.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Tô na área.

Olá pessoal...
O assunto hoje vai ser curto.

Pouquissimas vezes dou uma olha no meu GMAIL e sempre ha algum colega pescadoer em busca de informação de maiores dica  que leu em meu blog.  Ora, por esta razão, num primeiro momento, pode parecer aos mesmo falta de educação ou desinteresse em dar a resposta, por isso,  alguém que queira trocar experiências ou tirar dúvidas, mais uma vez,  peço usar meu email- marcaocapivari@ymal,com.

sábado, 11 de abril de 2015

Parei de ir no Capiva, mas não de pescar

Ola
Depois de algumas idas sem sucesso nas cavas do Santa Cecilia, meu cunhado deu a dica do Capão do Pinho, onde estavam saindo tilápias de bom porte, então....
Claro... Na penúltima semana, lá estava eu na terça feira retrasada, mas infelizmente  o pesqueiro que haviamos limpado no inverno,  já tinha um outro viciado, bem como, naquela oportunidade mesmo tendo outro lugar, ventava muito, então o jeito foi procurar um outro local naquela cava.
Achei, entretanto, os carazinhos e lambaris detonavam todas as iscas, ou seja, massa, más mesmo assim insisti e nada de tilápias até às 14 horas, de maneira que resolvi voltar ao local anterior, apesar do vento e consegui capturar uma tilápia de palmo e o pescador que lá ficou capturou,  mesmo naquelas condições,  uns 10 exemplares de bom porte.
Além de pescar no local, meu objetivo era limpar o pesqueiro, pois voltaram a crescer aquela planta aquática conhecidas como rabo de galo, daí após permissão daquele companheiro, comcei a limpeza com um gancho e retirei uma grande quantidade das folhagens  e desta forma, eu e meu cunhado poderíamos pescar no dia seguinte e foi o que aconteceu na 4ª, feira, entretanto, não capturei nenhuma tilápia e ele apenas uma de palmo,  daí logo após o meio dia encerramos a pescaria e voltei a usar meu gancho para retirar mais algumas folhagens.
Voltamos lá no sábado e nada peixe,  então concluímos que a limpeza  feita espantou as “meninas”.
Na 2ª feiira passada lá estive novamente e aquele pescador com seu filho já haviam ocupado os dois melhores pesqueiros, mas o rapaz não me pareceu interessado em permanecer no mesmo, o que facilitou para mim.
Até depois do meio dia, só demos massa aos carazinhos e lambaris, porém a partir das 14 horas, no meu caso, capturei duas carpas de aproximadamente 3 quilos e uma bonita tilápia e lá pelas 16,30, provavelmente uma cavala ( carpa ou tilápia) arrebentou a linha e como sempre isto pode parecer “papo de pescador”... a maior não vista é a que sempre escapa...
Ora, diante do resultado, 6ª feira lá estava eu no local antes da 7 da matina, horário de abertura  e garanti o “melhor” lugar.  
Ao armar a terceira vara telescópica, não deu tempo e um peixe a levou para o meio da cava, ainda bem que no outro lado do barranco da mesma,  há bastante daquela folhagens, então usei minha vara de molinete para reaver a mesma e uma carpinha de umas 500 gramas estava fisgada no anzol.
Achei  que as coisas seriam bem melhores, entretanto, como da vez anterior, as ações só começaram a partir das 2 da tarde, onde capturei mais uma carpa, creio eu de uns 5 quilos e duas tilápias, uma de quilo e outra um pouco menor e por mera coincidência, lá pelas 17 horas, desta vez com certeza,  uma tilápia grande, se fisgou e cortou a linha com a serrilha da boca bem próximo ao nó do anzol.
Encerrei  a pescaria, mas pretendo voltar na próxima 3ª feira e lá estar antes das 7 da matina, mesmo sabendo que as ações só ocorrem a tarde devido o clima frio da manhã, com mais um detalhe, coloquei uns 15 cm após o girador de linha multifillamento amarrada no anzol e espero que nenhuma tilápia corte a mesma.

Aguardem.........

domingo, 8 de março de 2015

Hoje para variar queria ir pescar.

Mais uma vez estou escrevendo para todos aqueles que pescam próximo à Curitiba, especialmente na Represa do Capivari.
E por falar nela, depois de quatro pescarias mal sucedidas, finalmente na semana passada, na terça feira (03/03) a noite, as tilápias deram o ar da graça, na verdade, encostou um cardume das mesmas de porte médio, cujas ações foram até as duas da matina.
Provavelmente isto aconteceu porque estava eu sozinho num pesqueiro, longe dos demais e usando como isca e cevando aos poucos com milho verde e  ração de cavalo com melaço, atraí e mantive os peixes no meu local de pesca.
Aliás, não é novidade que as tilápias costumam ficar em cardumes e onde ele encosta é só alegria para o pescador.
Além disso, também é provável que a fase da lua, ou seja “crescente”, considerada “boa”, tenha ajudado, bem como, não choveu desde o domingo anterior.
E por falar em “chuvas” não há nenhuma novidade em afirmar que ela tem trazido transtornos para quem pesca lá na represa, como aconteceu na penúltima pescaria, onde uma chuva forte acompanhada de uma ventania, acabou desmontando minha barraca de pesca e ainda meu guarda sol de “estimação” foi para dentro da água. Tal fato me deixou “P” da vida, mesmo porque, formou-se um lamaçal não só em meu  pesqueiro mais nos barrancos próximos e evidentemente, o recurso foi voltar para casa.
Outro “mito ou verdade” é que dizem que quando chove na mudança da lua, acaba chovendo a “semana toda”, portanto, se consultarmos a previsão do tempo, vamos descobrir que vai chover durante esta fase da lua cheia e pior, parece que na próxima a “minguante” as coisas não serão diferentes, mas devemos ser gratos pelos benefícios que as chuvas nos tem trazido, certo?
Durante todos estes anos que pesco, nunca dei importância a dita “ pressão atmosférica” e como ela pode influenciar no comportamento dos peixes. Assim sendo, mesmo que vocês conheçam sobre este assunto, creio que exatamente por ela que me dei bem na pescaria citada acima, então sugiro aos interessados levar em consideração as “dicas” que encontrei num site de pesca da internet:
Diz ele: Nos estudos e observações, foi montada uma tabela, que diga-se de passagem tem se mostrado infalível, e que o  pescador poderá utilizar ou seja:
Com pressão até 1010 mlb (milibares), pesca fraca;
Entre 1010 e 1015 mlb (milibares), pesca regular a boa;
E entre 1015 e 1020 mlb (milibares), pesca boa;
E finalmente pressão acima de 1020 e 1030 mlb (milibares), pesca excelente.
O comportamento dos peixes é influenciado basicamente pela pressão atmosférica, a temperatura ambiente das águas e dos ventos, da seguinte forma:
TEMPERATURA: Quanto mais calor, menor será pressão:
DENSIDADE:     quanto maior, assim será a pressão (O aquecimento e resfriamento do ar)
UMIDADE:        Quanto maior, menor será a pressão:
 LATITUDE: quanto mais alta, maior é a pressão.
O fato é que estes detalhes estarão sempre descritos nos sites de previsão do tempo, portanto, sempre é interessante  consultá-los, entretanto, para os viciados em pescarias , mesmo sabendo que as coisas não estarão favoráveis, quem sabe ‘NÃO DAMOS SORTE”???
Más enfim: Assim, naqueles dias em que o peixe não quer comer ou não ataca a isca, talvez seja porque um desses fatores esteja influenciando o comportamento dos mesmos.
Mas tem algo de importância suprema:
“ Tudo isto ajuda, porém não adianta as condições estarem boas se “aquela pecinha atrás da vara, não tiver bons conhecimentos, equipamento e iscas adequadas.


Então, in té.....

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Acabei me dando bem

Então, 2a. feira passada, fui pela terceira vez no Sabiá. No domingo, havia pedido ao companheiro Emerson que já estava por lá, para guardar um pesqueiro em um local diferente daqueles das duas vezes anteriores e assim aconteceu.
 Como sempre é preciso abaixar a altura  do pesqueiro, pois a água, estava pelo menos quase um metro abaixo da vez anterior.. Foi preciso remover muitas pedras que estavam misturadas com a terra. Então, devidamente preparado, fui testá-lo para saber se não havia enrosco, daí usando minhas varas de 3 metros, não encontrei nenhum, entretanto, a profundidade dele era tanta,  que a peninha ficava encostada na ponta da vara e assim mesmo não atingia o fundo do mesmo.
Resumo:Tive de trocar de local depois de quase uma hora preparando o anterior e gastando o mesmo tempo no outro, porém desta feita, para minha sorte, este também não tinha enrosco e a profundidade era ideal para minhas varas. Dai, como de costume era cobrir o guarda- sol com uma lona e prendê-la muito bem,formando uma barraca de pesca,  para evitar problemas com chuvas ou ventanias.
A novidade nesta terceira vez é que as tilápias de bom porte só estavam dando o ar da graça no período noturno e nas tentativas feitas durante o dia, as tilapinhas detonavam as iscas.
O que não mudou, foi a distância que precisava percorrer para chegar próximo a água, agora pelo menos uns 30 metros e como mencionei anteriormente, o problema era subir o barranco... quase mata o veio.
Vejam que mordomia foi na hora do almoço de 2a, feira: o Nerso da Capitinga que trabalha num frigorífico levou Picanha, fraldinha, linguiça de primeira, sem falar que o Lírio, aumentou a mesma com uma feijoada caseira, devidamente acompanhada com uma salada de tomate com cebola, regada a cerveja e refrigerante. Para variar a mordomia se repetiu na terça feira.
Quanto ao clima, pela primeira vez não choveu no domingo e na 2a.feira, portanto, apesar do sacrifício de "encarar" o barranco, no meu caso, finalmente a pescaria desta noite foi bastante produtiva, onde pude aguentar até as três da matina.
Na 3a feira, durante o dia, só deu tilapinha durante o dia, porém, no entardecer, lamentavelmente veio a chuva com muito vento e depois relâmpagos que durou até meia noite e isso sempre foi prenuncia de pouco peixe, portanto, fiz minhas tentativas até as 23 horas e depois fui dormir.
Na manhã seguinte, o jeito para todos nós, foi recolher as tralhas, lavá-las do barro e voltar para casa ainda antes do almoço, com um detalhe, a próxima pescaria já está combinada para a próxima 2a.feira, então, até o próximo relato.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Voltando ao Capivari.

Depois de quase três anos ausente,  agora em janeiro que se encerra,na segunda quinzena deste mês, voltei ao Capivari, evidentemente ao pesqueiro Recanto do Sabiá, onde sem sombra de dúvidas pude rever  alguns de meus companheiros e demais pescadores conhecidos.
Para quem tem frequentado a  represa, não é novidade saber que ela apesar de todas as chuvas, continua com o nível muito baixo e naquele pesqueiro, em alguns locais é preciso descer o barranco até uns 30 metros para encontrar água. Diante disso, fica valendo o velho ditado: “PARA BAIXO, TODO SANTO AJUDA”,  entretanto, subir o barranco quando preciso...é um sufoco.
Segundo comentários, a represa será mantida desta forma até que terminem o conserto da ponte, provavelmente no mês de setembro vindouro?????? 
Meu retorno ao local se deu a duas semanas atrás, segunda feira como de costume e para variar, na oportunidade, a dica era que as tilápias maiores só estavam “batendo” durante o dia e preferencialmente se usar como isca o bicho da laranja a qual evidentemente usei, mas os resultados foram desanimadores, pois os lambaris, carazinhos e tilapinhas os detonavam, então, mudei  para o milho verde, nada adiantou, nenhuma ação.
Quem conhece o Sabiá, sabe que é impraticável pescar  durante a tarde, tendo em vista o calor e o sol escaldante, portanto, o negócio é ficar na sombra, bater papo com os demais frequentadores, etc.
Outras coincidências:
a)- É  que  quase todas as vezes que vou ao Capivari chove e desta vez não foi diferente, daí de praxe é armar a lona sobre o guarda sol;
b)- Cavocar o barranco já na chegada para preparar o pesqueiro é a primeira tarefa de todo tilapeiro.
A noite chegou, então, fui tentar a sorte. Para variar, os peixes miúdos continuavam a detonar o bicho da laranja e a minhoca e no milho, bem pouca ação. Assim chegou a madrugada e lá pelas 2 da matina, subi o morro para dormir no carro, diga-se de passagem, no meu corsa, no banco do passageiro e q1um disse que consegui???
Levantei no clarear do dia, fiz um café e fui ao pesqueiro e nada de pitibiriba, então resolvi tirar o time.
Na segunda feira da  semana passada, voltei, desta vez, fui com a Paraty de meu filho, achando que poderia pelo menos dormir melhor a noite... que nada.
Deixando esta questão de lado, novamente tive a sorte de usar o pesqueiro da vez anterior, naturalmente cavando o barranco, pois a água havia baixado pelo menos  metro. Desta feita  levei  milho verde, tanto para pescar e um baldo do mesmo picado para cevar, bem como, dois maços de capim papuã.
Mais o peixe??? Novamente fiquei sapateiro, tanto durante o dia, bem como a noite, portanto, voltei para casa, após o almoço de terça feira.
O fato de ter “ caído do cavalo” nestas duas vezes, quem sabe estive usando as varas de comprimento errado ou seja: as de 4 metros na primeira semana, as de 4,50 metros e 3,60 metros na última, mesmo porque, alguns de meus companheiros, que pegaram tilapias de diversos tamanhos, usaram varas de 2,70 e 3 metros.
Para quem é “macaco velho” não deve esquecer que se  as tilápias maiores escostarem num determinado pesqueiro, o tilapeiro “lava a égua” e quem estiver ao lado, direito ou esquerdo, fica a ver navios.
Pelo menos, estou indo amanhã novamente, desta feita, pretendo dormir em minha barraca, devidamente acomodado em meu colchão inflável, bem como,  estou  levando as varas curtas acima indicadas, bicho da laranja, minhoca, milho verde, ceva do mesmo, ração de peixe, farelo de trigo, vamos ver o resultado.
Para minha sorte, de acordo com a internet, teremos chuva a noite na segunda e na terça e sem novidade, a água estará em nível mais baixo???
Chovendo...haja muita lama e não há nada melhor que uma bota para quebrar o galho.
Repetindo: Ser tilapeiro ( ou metido) é sofrer no Paraiso.
Inté.