domingo, 8 de fevereiro de 2015

Acabei me dando bem

Então, 2a. feira passada, fui pela terceira vez no Sabiá. No domingo, havia pedido ao companheiro Emerson que já estava por lá, para guardar um pesqueiro em um local diferente daqueles das duas vezes anteriores e assim aconteceu.
 Como sempre é preciso abaixar a altura  do pesqueiro, pois a água, estava pelo menos quase um metro abaixo da vez anterior.. Foi preciso remover muitas pedras que estavam misturadas com a terra. Então, devidamente preparado, fui testá-lo para saber se não havia enrosco, daí usando minhas varas de 3 metros, não encontrei nenhum, entretanto, a profundidade dele era tanta,  que a peninha ficava encostada na ponta da vara e assim mesmo não atingia o fundo do mesmo.
Resumo:Tive de trocar de local depois de quase uma hora preparando o anterior e gastando o mesmo tempo no outro, porém desta feita, para minha sorte, este também não tinha enrosco e a profundidade era ideal para minhas varas. Dai, como de costume era cobrir o guarda- sol com uma lona e prendê-la muito bem,formando uma barraca de pesca,  para evitar problemas com chuvas ou ventanias.
A novidade nesta terceira vez é que as tilápias de bom porte só estavam dando o ar da graça no período noturno e nas tentativas feitas durante o dia, as tilapinhas detonavam as iscas.
O que não mudou, foi a distância que precisava percorrer para chegar próximo a água, agora pelo menos uns 30 metros e como mencionei anteriormente, o problema era subir o barranco... quase mata o veio.
Vejam que mordomia foi na hora do almoço de 2a, feira: o Nerso da Capitinga que trabalha num frigorífico levou Picanha, fraldinha, linguiça de primeira, sem falar que o Lírio, aumentou a mesma com uma feijoada caseira, devidamente acompanhada com uma salada de tomate com cebola, regada a cerveja e refrigerante. Para variar a mordomia se repetiu na terça feira.
Quanto ao clima, pela primeira vez não choveu no domingo e na 2a.feira, portanto, apesar do sacrifício de "encarar" o barranco, no meu caso, finalmente a pescaria desta noite foi bastante produtiva, onde pude aguentar até as três da matina.
Na 3a feira, durante o dia, só deu tilapinha durante o dia, porém, no entardecer, lamentavelmente veio a chuva com muito vento e depois relâmpagos que durou até meia noite e isso sempre foi prenuncia de pouco peixe, portanto, fiz minhas tentativas até as 23 horas e depois fui dormir.
Na manhã seguinte, o jeito para todos nós, foi recolher as tralhas, lavá-las do barro e voltar para casa ainda antes do almoço, com um detalhe, a próxima pescaria já está combinada para a próxima 2a.feira, então, até o próximo relato.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Voltando ao Capivari.

Depois de quase três anos ausente,  agora em janeiro que se encerra,na segunda quinzena deste mês, voltei ao Capivari, evidentemente ao pesqueiro Recanto do Sabiá, onde sem sombra de dúvidas pude rever  alguns de meus companheiros e demais pescadores conhecidos.
Para quem tem frequentado a  represa, não é novidade saber que ela apesar de todas as chuvas, continua com o nível muito baixo e naquele pesqueiro, em alguns locais é preciso descer o barranco até uns 30 metros para encontrar água. Diante disso, fica valendo o velho ditado: “PARA BAIXO, TODO SANTO AJUDA”,  entretanto, subir o barranco quando preciso...é um sufoco.
Segundo comentários, a represa será mantida desta forma até que terminem o conserto da ponte, provavelmente no mês de setembro vindouro?????? 
Meu retorno ao local se deu a duas semanas atrás, segunda feira como de costume e para variar, na oportunidade, a dica era que as tilápias maiores só estavam “batendo” durante o dia e preferencialmente se usar como isca o bicho da laranja a qual evidentemente usei, mas os resultados foram desanimadores, pois os lambaris, carazinhos e tilapinhas os detonavam, então, mudei  para o milho verde, nada adiantou, nenhuma ação.
Quem conhece o Sabiá, sabe que é impraticável pescar  durante a tarde, tendo em vista o calor e o sol escaldante, portanto, o negócio é ficar na sombra, bater papo com os demais frequentadores, etc.
Outras coincidências:
a)- É  que  quase todas as vezes que vou ao Capivari chove e desta vez não foi diferente, daí de praxe é armar a lona sobre o guarda sol;
b)- Cavocar o barranco já na chegada para preparar o pesqueiro é a primeira tarefa de todo tilapeiro.
A noite chegou, então, fui tentar a sorte. Para variar, os peixes miúdos continuavam a detonar o bicho da laranja e a minhoca e no milho, bem pouca ação. Assim chegou a madrugada e lá pelas 2 da matina, subi o morro para dormir no carro, diga-se de passagem, no meu corsa, no banco do passageiro e q1um disse que consegui???
Levantei no clarear do dia, fiz um café e fui ao pesqueiro e nada de pitibiriba, então resolvi tirar o time.
Na segunda feira da  semana passada, voltei, desta vez, fui com a Paraty de meu filho, achando que poderia pelo menos dormir melhor a noite... que nada.
Deixando esta questão de lado, novamente tive a sorte de usar o pesqueiro da vez anterior, naturalmente cavando o barranco, pois a água havia baixado pelo menos  metro. Desta feita  levei  milho verde, tanto para pescar e um baldo do mesmo picado para cevar, bem como, dois maços de capim papuã.
Mais o peixe??? Novamente fiquei sapateiro, tanto durante o dia, bem como a noite, portanto, voltei para casa, após o almoço de terça feira.
O fato de ter “ caído do cavalo” nestas duas vezes, quem sabe estive usando as varas de comprimento errado ou seja: as de 4 metros na primeira semana, as de 4,50 metros e 3,60 metros na última, mesmo porque, alguns de meus companheiros, que pegaram tilapias de diversos tamanhos, usaram varas de 2,70 e 3 metros.
Para quem é “macaco velho” não deve esquecer que se  as tilápias maiores escostarem num determinado pesqueiro, o tilapeiro “lava a égua” e quem estiver ao lado, direito ou esquerdo, fica a ver navios.
Pelo menos, estou indo amanhã novamente, desta feita, pretendo dormir em minha barraca, devidamente acomodado em meu colchão inflável, bem como,  estou  levando as varas curtas acima indicadas, bicho da laranja, minhoca, milho verde, ceva do mesmo, ração de peixe, farelo de trigo, vamos ver o resultado.
Para minha sorte, de acordo com a internet, teremos chuva a noite na segunda e na terça e sem novidade, a água estará em nível mais baixo???
Chovendo...haja muita lama e não há nada melhor que uma bota para quebrar o galho.
Repetindo: Ser tilapeiro ( ou metido) é sofrer no Paraiso.
Inté.


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Calendário de pesca em rios para2015

Olá Pessoal

Veja as melhores datas e se programe com o calendário de pesca 2015 para rios e lagos!

Legenda da relação de influência da lua na pesca
NeutraRegularBoaÓtima
NovaCrescenteMinguanteCheia
Confira no site PESCA EM RIOS, mês a mês a influência da lua em suas pescarias, entretanto é preciso levar em consideração outros fatores, entre os quais. chuvas, cor das águas, ventos, entre outros.
Mas o importante é ir pescar.
Falou........

domingo, 21 de dezembro de 2014

Tilápias no parque- Estou frustrado.

Pois é minha gente...
De que adianta ser " macaco velho" neste tipo de pescaria???
Desde o início do mês de dezembro, tenho ido ao parque,  pelo menos umas quatro noites por semana na expectativa de capturar as "tilápias cavalonas" existentes por lá. Prova disso é que volta e meia, algum dos viciados que fazem o mesmo, num determinado momento, após uma longa espera, fisga uma delas, porém, como um passe de mágica, escapam do anzol. Ora, a explicação de um dos frequentadores é que estas, tem "uma bocarra" coisa acima de 5 centímetros e pelo peso, ao atacar a "bolinha de massa", o tamanho do anzol, não é suficiente para que se fisguem e daí escapam com facilidade. Seja como for, no meu caso, "haja frustração", pois nem isso acontece.
Ora, minha gente, o que me deixa com "raiva é que na noite em que eu não estou por lá, me dizem, fulano pegou três, cicrano pegou uma de quase dois quilos, etc. Francamente, tenho a "leve impressão" que não passa de "papo furado" afinal, quando estou lá, os mesmos ficam "sapateiros" assim como eu. Em vista disso, só pretendo voltar ao local e pescar a noite em janeiro próximo, que segundo os demais, começam a sair aquelas tilápias que atacam o milho, bicho da laranja, etc.
Más mudando de saco para mala, comecei a frequentar as cavas do Santa Cecília durante o dia,  certamente pensando nas "meninas" que ainda não deram o " ar da graça", mas o objetivo é ir cevando para que dentro de alguns dias as coisas mudem. Enquanto isso, nos pesqueiros que cevo, me divirto a "beça" com o monte de "carás" que atacam qualquer tipo de isca ( massa, sagu, milho verde novinho e minhoca).
Por enquanto é só.
Abraços à todos.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Tilápias no Parque São José- PAVOC

Ola de novo:
Nestas duas últimas semanas, dia sim, ou melhor,  noite sim, na outra também,quando o vento não atrapalha,  tenho ido ao local e ficado até às 1,00 da matina na média é claro devidamente acompanhado dos mesmos viciados de todas as noites.
A isca que mais tem funcionado até o momento é a massa feita com ração de peixe, a que afunda ou a que flutua para peixes adultos ou para alevino, as quais devem ser moídas no liquidificador, usando uma certa quantidade, onde feita em casa antecipadamente, tenho acrescentado "leite" ou água filtrada, pois a da torneira, por conter cloro não é recomendável. No pesqueiro dá para usar a água do mesmo. De qualquer forma o " grande" detalhe é acertar o ponto, nem dura e nem mole, portanto, levar um pouco da mesma junto.
Evidentemente que enquanto não escurece,  existe a possibilidade dos peixes menores roubarem com facilidade esta massa e a noite o "pulo" do gato é perceber a quase "invisível" movimentação da pena ou boinha, daí um mínimo de vento atrapalha e é justamente neste ponto que tenho levado algumas "surras" dos mesmos.
Por outro lado, na última terça feira, três tilápias conseguiram escapar dos anzóis e as duas possíveis causam foram as seguinte:
a) Anzol de tamanho inadequado, aliás, isto tem sido problema pára outros pescadores, daí resolvi aumentar o tamanho dos mesmos ( 12 ou 14):
b) percebi também que algum tipo de sujeira no fundo do pesqueiro contribuiu para o ocorrido, razão pela qual, na quarta feita fui ao local durante a manhã e usando um gancho retirei o máximo de entulho no pesqueiro que tenho ocupado e depois joguei bastante ceva para que na noite melhorasse o resultado, porém infelizmente, a ventania e a chuva não permitiram... resumo da ópera, voltei para casa desolado.
Hoje quinta feira, não vou pescar é noite do churrasco  com os filhos e os netos , mas amanhã...
Outra isca que tenho experimentado é o bicho da laranja, mas ainda não deu resultado, mesmo cevando aos poucos com ração de coelho ou depeixe que afunda e no decorrer deste mês estarei cevando o local com "muito" milho verde, que a partir de então é a outra isca que o pessoal utiliza nas pescarias.
Aproveito para responder o comentário do Rodrigo na outra postagem ou seja:
a)-Se você for ao local pela avenida das torres, deve passar pelo portal de São Jose, fazer o retorno na marginal que dá acesso ao parque ou
b) Se for pela Marechal Floriano, depois ela passa a chamar-se Av. das Americas e na frente do terminal de ônibus de São Jose, virar a esquerda, seguir em frente até a rua no fundo do Supermercado Kusma, dobrar a direita e subir até a próxima rua que é a Joaquim Nabuco, virar a esquerda, pois esta é a rua que dará acesso a marginal do parque.
LEMBRETE: O local de pesca é uns quinhentos metros após o estacionamento dos carros para  quem vai fazer caminhadas, então, seguir na pista da marginal com cuidado por que é contra mão.
E vamo que vamo.......



sábado, 22 de novembro de 2014

Novo início das pescarias das tilápias.

Pois é pessoal :
Não tem sido fácil manter atualizado meu blog, mesmo porque, somente agora estou voltando às pescarias das tilápias, por enquanto,  no Parque São José, antigo PAVOC, onde aproveito para fazer minhas caminhadas e depois evidentemente tentar a sorte com as tilápias.
Para informação dos interessados, embora não pareça.  lá alem das mesmas, tem carpas, bagres, caras, traíras, lambaris, etc, com a vantagem de ser um local muito bem cuidado pela Prefeitura de S.J. dos Pinhais.
Além disso, segundo informações, alguém soltou no local perto de 30 mil alevinos das mesmas, portanto, para passar o tempo, dependendo do dia e do pesqueiro, dá  para capturar inúmeros exemplares, na média de até 10 cm,  que obviamente são soltos em seguida, de forma que, as horas vão passando de forma agradável.
Nesta última semana, fui duas vezes pescar a noite, numa parte do lago, onde muitos tem pego tilápias de grande porte, Quarta feira passada, fui pela primeira vez e tive duas linhas estouradas. que outro pescador disse tratar-se de carpa capim, más fico duvidando, porque nunca vi este peixe atacar a isca de bicho da laranja???
Segundo ele e outros, não sei qual a espécie da tilápia que dá no local, mais os mesmos "viciados", dizem  que as tem capturado inclusive durante todo o inverno e por incrível que pareça, elas não se espalham para outros locais do lago.
Como os pesqueiros são num local sem iluminação do parque, todos tem usado star lite, tamanho 25mm, adaptados em boinhas de isopor, bem como, as varas mais utilizadas são as de 3 metros e no máximo 4 metros, emenda longa ou curta sem aquela ponteira fina e a linha 30mm e os anzóis de tamanho tradicional para o porte das tilápia e a isca mais utilizada são as massas.
Fora estes detalhes, por segurança,  sempre é bom estar acompanhado de outros pescadores, porque tanto nós e nossos carros ficam próximo aos pesqueiros, lembrando que o local é isolado do estacionamento do parque e facilita o transporte das tralhas e sempre ficamos de "olho" para qualquer problema.
Como deixei de frequentar o Capivari ( Recando do Sabiá) a dois anos, não tenho motivação alguma de voltar ao local, por algumas razões:
a) O nível das águas está muito baixo devido a falta de chuvas, sendo que em alguns pesqueiros é preciso descer uns 30 metros no mínimo;
b) Só estão saindo tilapinhas e provavelmente está havendo a desova das mesmas;
c) Desde a última temporada que disseram ter saído muito peixe, lamentavelmente o pessoal tem pescado com garateia na lambada;
d) A Copel mandou o Tadeu desmanchar os locais abrigados ( quiosques onde havia mesas e bancos,  com luz, água e banheiro) as churrasqueiras ao longo dos bosques, etc;
e) Além destes motivos é que desde então, não posso mais, ficar duas ou três noites pescando e a despesa para uma única noite não compensa, já que sempre ia sozinho devido as tralhas;
f) Fora tudo isso, ainda dá para pescar as tilápias em outros locais próximos como as Cavas do Santa Cecília e até no Capão do Pinho, entre outros pesqueiros,  se bem que as pescarias só serão produtivas, no final de dezembro em diante, então, até lá, me divirto no PAVOC.
Até a próxima.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

E as carpas?

Segunda feira passada ( 11/08),  consegui pescar a quarta carpa de minhas pescarias. Foi uma carpa cabeçuda de aproximadamente seis quilos,  pescada  no Capão do Pinho em S.J.Pinhais.
Como já mencionei  anteriormente,  não sou adepto  na pesca deste peixe e sim,  apenas “ fanático” em pescarias.
Afinal, naquela manhã ensolarada de segunda feira, ao contrário de dias cinzentos da semana anterior, como aposentado, não perco a oportunidade de pelo menos passar as horas desta forma prazerosa de viver, portanto:  “Azar de  vocês que ainda não chegaram na melhor idade”.
Porém vamos às evidências:  Não só eu,  mas todos,   quando lemos matérias de pescarias de qualquer tipo de peixe  ou assistimos aos vídeos,  grosso modo,  parece ser bastante simples capturá-los,  mas...  “Na prática a teoria é outra”.
Então, vou  narrar esta última pescaria:   
Cheguei no pesqueiro próximo das 10 horas.
Nele, o carro deve ser deixado no estacionamento e para transportar as tralhas, fica  a disposição do pescador “carrinhos de mão”.
Pois bem, ao  longo do único tanque relativamente grande,  já havia aproximadamente uns 10 pesqueiros ocupados, restando ainda dois , um mais distante, na verdade, o mesmo que eu e um amigo ocupamos numa vez  anterior.
Chegando no pesqueiro desocupado,  comecei a preparar as varas e daí me dei  conta que esqueci  as boias próprias para a pesca das “cabeçudas” , mas a  falta foi suprida por gentileza de outro pescador.
Preparei a massa e  lancei duas linhas na água. 
Continuei preparando  outras varas, porém,  nem percebi que numa das linhas, a carpa se fisgou.
Fui alertado pelo colega pescador ao meu lado, pois, de fato,  a boia foi ao fundo.
Parei  o que estava fazendo.  Retirei a vara do suporte, pude então perceber o peixe fisgado e  fui recolhendo a linha de forma adequada, ou seja:  sem forçar, assim evitando “rasgar” a boca do peixe que é sensível, se bem que  a carpa também  não ofereceu muita resistência e logo estava  próximo ao barranco e aquele colega ,  ajudou fazendo com que ela entrasse em meu passaguá.
Agora lembrando das  carpas que já tive oportunidade de pescar,  percebi  haver uma única coincidência:  Em todas,  eu não estava efetivamente prestando atenção nas varas armadas.
Foi assim, que a anos atrás lá na represa do Capivari,  pescando  tilápias com “ erva doce”, usei pela primeira vez uma vara telescópica de mão de 6,30 metros  de carbono,  que na época havia pago uma nota preta  R$ 180,00,  que em poucos segundos  foi arrancada do suporte por uma carpa capim que  depois de alguns minutos sumiu afundando lá no meio do reservatório. Ficou a decepção e o prejuízo.
E foi neste mesmo local que numa manhã de quinta feira,  em outra pescaria,  com o mesmo tipo de isca,  outra carpa capim, acima de cinco quilos se fisgou numa das varas.  Graças a ajuda de meu amigo João, conseguimos capturá-la. Na  ocasião, ele veio em meu socorro, retirando as demais varas da água e na última que estava  armada próxima ao barranco, (esquema de pesca com capim e erva doce)  ao  retirá-la, nela,  estava fisgada uma tilápia de aproximadamente dois quilos.
Resumo da ópera: Em menos de meia hora, a pescaria estava garantida e ele ficou “pê da cara”, pois havia passado a noite num dos pesqueiros e não capturou nenhuma tilápia ou outro peixe.
E teve aquela outra carpa capim, creio que do mesmo peso acima, capturada nas cavas do pesqueiro Santa Cecília, que se fisgou na isca de milho verde que uso no local para a pesca da tilápia.
E não dá para esquecer, a carpa capim de mais de 20 quilos capturada anos atrás,  no recanto do sabiá, aliás,  pescaria já narrada neste blog  anteriormente.
São estórias de pescarias ou de pescador, quem sabe (?) sem relevância para muitos, porém, quando acontece conosco, fazem parte de nossas aventuras.

Então, até a próxima.