Olá aficionados na Pesca de Carpas:
Motivado pela propaganda na internet, bem como, aprendendo e aplicando as dicas nos vídeos nela existentes, seja no que se refere as técnicas de pesca, preparo do material, incluindo-se aí a confecção de massas ou mesmo a compra das mesmas industrializadas por alguma empresa, fui ontem (22 de julho) em busca das mesmas, desta feita no pesqueiro Chimanski, localizado na Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba.
Em relação ao mesmo, não será novidade à quem já o conhece, as benfeitorias que serão encontradas, ou seja: uma área separada da piscina com tobogã, parquinho infantil e no tanque em que tentamos a pesca das carpas é no mínimo três vezes maior do que o outro citado em outra postagem (Capão do Pinho) e os outros seis de bom tamanho e em todos, inúmeros quiosque, alguns bem próximos às margem dos lagos, onde é possível se estacionar o veículo e no geral cobertos, contendo churrasqueiras (creio ser necessário levar grelhas e carvão ???) mesas e bancos e os gramados em torno dos mesmos e dos bosques muito bem cuidados, bem como, há de se destacar a SEGURANÇA, pois o local é 6 quilômetros distante da área central daquele município e para se chegar no mesmo por estradas de saibro, existem placas indicativas.
Para alongar um pouco mais esta postagem, deixo de lado falar da pescaria, para uma dica de como confeccionar suportes para as varas de molinete, usando-se o seguinte material:
1) Pedaços de tubo de esgoto na espessura de 40 ou 50mm;
2)Sobras de ferro chato ( 1,5 cm de largura x 5 mm de espessura e 50 cm de comprimento, possivelmente encontrado em serralherias) onde na extremidade inferior, pedir ao serralheiro para fazer uma ponta.
3) Parafusos com porca no mesmo diâmetro dos furos, encontrados nas lojas de ferragens.
Como fazer:
1)- Em cada barra de ferro, fazer DOIS furos com brocas de ferro de 5 ou 6mm;
a) O primeiro na parte superior do mesmo, deixando uma sobra de até 2 cm na barra;
b) O segundo uns 20 cm abaixo.
2) Cortar o tubo de esgoto em pedaços de 20 ou 22 cm e ainda:
a) marcar nos mesmos o local onde serão furados de acordo com os buracos feitos na barra de ferro;
b)para efetuar tais furos, usar a mesma broca na furadeira ou aquece-la no fogo para furar no local indicado;
3) Finalmente fixar os parafuso com porca nos buracos feitos nas barras de ferro e nos tubos de esgoto.
O(s) suporte(s) estarão prontos à um custo bem inferior, que no meu caso, " os CINCO" que confeccionei, já tendo os tubos de esgoto e ganhando de um amigo serralheiro as barras de ferro, só tive que comprar os parafusos e porcas, onde gastei a fortuna de R$ 2,00, más para quem precisar comprar tudo, cada suporte, provavelmente ficara bem mais em conta, quem sabe em torno de uns R$ 3,00 à R$ 5,00 reais.
Voltando à pescaria:
Chegamos no pesqueiro as 8,00 horas da matina e no tanque escolhido havia muito vento. Evidentemente mente escolhemos o local onde a água estava parada e armamos nossas varas com molinete "OITO" no total e mais Quatro varinhas telescópicas de mão;
Resultado: Ficamos até as 16 horas e somente meu amigo pegou uma "carpinha" de umas 300 gramas e eu para variar fiquei "sapateiro".
Grosso modo, os demais pescadores próximos, pescando em outros tanques, também ficaram à ver navios.
O que valeu de fato, foi passar as horas curtindo um dia ensolarado depois que o vento frio cessou.
Segundo aqueles pescadores, neste pesqueiro durante a primavera e verão, consegue-se capturar inúmeros peixes, entre carpas diversas, tilápias e lambaris, então, o negocio é esperar a temporada ideal, onde após se pagar a taxa de pesca, cada pescador pode levar até 10 quilos de peixe.
Más para não perder o "costume" amanhã irei nas cavas do pesqueiro Santa Cecilia, onde soube que dá para arriscar pegar alguma carpa.
É duro esta vida de pescador "aposentado".
Aguardem o relato da próxima aventura.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Fui tentar pescar carpa cabeçuda
Então pessoal!
Existe um ditado que diz:¨ Na prática a teoria é outra¨.
De fato ele sempre será atual, evidentemente aplicado à inúmeras circunstâncias, no presente caso, na pesca deste tipo de carpa.
Já mencionei anteriormente que minha praia na pesca são as tilápias, entretanto, novamente afirmo que nosso clima aqui no sul fazem com que as mesmas fiquem inativas, assim sendo, resolvi partir para a pesca das carpas e sábado retrasado fui com um amigo à um pague e pesque na região de São José dos Pinhais, aproximadamente uns 30 quilômetros de minha casa.
Naquele sábado, apesar de nosso inverno, estava um dia ensolarado e ao redor do tanque de pesca, diga-se de passagem, de excelente tamanho e profundidade, lá estavam mais de 20 pescadores, onde aproveitamos para pedir informações sobre o pesqueiro. O proprietário nos disse que as carpas cabeçudas não estavam pegando, porém, os demais tipos de carpa estavam ativas e além delas, poderiam ser fisgados bagres ( cathfische) e com sorte até algumas tilápias de grande porte. Disse também que no mês passado foi realizado um campeonato de pesca e foram pegas quantidade de carpas cabeçudas soltas no local, no geral, pesando até 10 quilos e na seqüência do mesmo, os pescadores continuaram a capturá-las.
Abordamos alguns pescadores ao redor do tanque e a reclamação em geral era que não estavam saindo nenhum tipo de peixe, exceto um ou dois "sortudos" que já haviam fisgado uma ou duas carpas pequenas e algum bagre.
Más o normal entre os pescadores são as velhas estórias que numa outra ocasião foram pegas carpas enormes, inclusive bagres e outros peixes.
No local, alem deste tanque, também o mesmo é contornado pelo rio Tatu, onde alguns pesqueiros são mantidos isentos de enrosco, bem como, fora do local do pague e pesque, existe algumas cavas onde há peixes nativos: caras, bagres, traíras, tilápias, carpas e lambaris, e lá havia algumas famílias em redor das mesmas tentando a sorte.
Em termos de preço, os custos ão os seguintes:
Pague e pesque: R$ 30,00 e o pescador pode usar até cinco molinetes ou varas de mão;
Acompanhantes adultos que não pescam: R$ 8,00 e crianças R$ 2,00 , bem como, todos podem usufruir de churrasqueiras, parque infantil, campo de futebol e vôlei, etc
Nas cavas: R$ 8,00 por pessoa, sem limite de varas e inclusive se quiserem podem até efetuar a pesca noturna e obviamente acampar, onde é cobrado R$ 15,00,( R$ 8,00 da entrada e mais R$ 7,00 para passar a noite)
No geral toda propriedade é bem cuidada, de fato, uma excelente área de lazer e por estar localizada alguns quilômetros da estrada principal, oferece segurança aos frequentadores e o horário de funcionamento na área do pague e pesque é das 7,00 às 17,00 horas diariamente.
Com estas informações, terça feira dia 15/07 lá estivemos para pescar e chegamos em torno das 9,00 horas da manhã e já haviam 6 pescadores com as varas armadas e só um deles havia pego uma carpa comum pequena e um bagre.
Inexperiente desta pescaria, evidentemente busquei informações com alguns "carpeiros", bem como, pesquisei na internet vários vídeos da pesca deste peixe, onde os macetes de preparação do material, tipo de massas usados, etc, poderiam ser aplicados com sucesso.
Escolhemos um local no tanque longe dos demais e armamos nossa tralha de pesca.
De início a "massa caseira" que preparei, segundo "dicas" da internet, não funcionou e meu amigo havia levado um pacote de massa pronta, daí misturamos na minha e usando água do pesqueiro, pudemos começar à pescar.
Armamos algumas de nossas varas com "minhoca" e com fígado de boi, indicado para pesca dos bagres, entretanto, as horas foram passando e peixe que é bom "nada" ( claro...não voa, ah,ah,ah).
Resolvi ir à portaria do pesqueiro, comprar um outro tipo de massa e na volta me certifiquei com os demais pescadores, que estavam com a mesma sorte de nós e ao chegar no nosso local escolhido, meu amigo já havia fisgado dois bagres, um numa de minhas varas e outro na dele.
Enquanto o"papo" corria solto,bem com, aproveitamos para lanchar,( pena que não levamos carne e linguicinha para assar, pois, nos pesqueiros existem churrasqueiras rústicas e é preciso levar grelha) e com tempo passando, saia um bagre em minhas varas .
Já eram aproximadamente 16 horas, horário que havíamos combinado "tirar o time" quando numa das varas de meu amigo, deu sinal de vida e ele fisgou uma carpa "espelho" de aproximadamente 3 quilos, então, resolvemos ficar mais uma hora e outra vez houve ação na mesma vara dele, porém, a carpa escapou e como sempre o "papo" é aquele: Devia ser um Monstro.
Aí recolhemos as tralhas e o resultado da pescaria foi:
Eu capturei 5 bagres e ele 1 bagre e aquela carpa.
A despesa alem do gasto em lanche e combustível, foi de R$ 64,00 no pesqueiro, más, apesar dos pesares, valeu pelo ótimo dia que passamos pescando ( tentando).
Desta experiência, fica a orientação aos demais, aquela que:
Os ditos pague e pesque, nem sempre são sinônimo de sucesso nas pescarias, com a captura de inúmeros exemplares, como são mostrados nos vídeos de pesca da internet, entretanto, no futuro pretendemos ir em outros em nossa região metropolitana, assim sendo, aguardem os próximos relatos.
Abraços à todos.
Existe um ditado que diz:¨ Na prática a teoria é outra¨.
De fato ele sempre será atual, evidentemente aplicado à inúmeras circunstâncias, no presente caso, na pesca deste tipo de carpa.
Já mencionei anteriormente que minha praia na pesca são as tilápias, entretanto, novamente afirmo que nosso clima aqui no sul fazem com que as mesmas fiquem inativas, assim sendo, resolvi partir para a pesca das carpas e sábado retrasado fui com um amigo à um pague e pesque na região de São José dos Pinhais, aproximadamente uns 30 quilômetros de minha casa.
Naquele sábado, apesar de nosso inverno, estava um dia ensolarado e ao redor do tanque de pesca, diga-se de passagem, de excelente tamanho e profundidade, lá estavam mais de 20 pescadores, onde aproveitamos para pedir informações sobre o pesqueiro. O proprietário nos disse que as carpas cabeçudas não estavam pegando, porém, os demais tipos de carpa estavam ativas e além delas, poderiam ser fisgados bagres ( cathfische) e com sorte até algumas tilápias de grande porte. Disse também que no mês passado foi realizado um campeonato de pesca e foram pegas quantidade de carpas cabeçudas soltas no local, no geral, pesando até 10 quilos e na seqüência do mesmo, os pescadores continuaram a capturá-las.
Abordamos alguns pescadores ao redor do tanque e a reclamação em geral era que não estavam saindo nenhum tipo de peixe, exceto um ou dois "sortudos" que já haviam fisgado uma ou duas carpas pequenas e algum bagre.
Más o normal entre os pescadores são as velhas estórias que numa outra ocasião foram pegas carpas enormes, inclusive bagres e outros peixes.
No local, alem deste tanque, também o mesmo é contornado pelo rio Tatu, onde alguns pesqueiros são mantidos isentos de enrosco, bem como, fora do local do pague e pesque, existe algumas cavas onde há peixes nativos: caras, bagres, traíras, tilápias, carpas e lambaris, e lá havia algumas famílias em redor das mesmas tentando a sorte.
Em termos de preço, os custos ão os seguintes:
Pague e pesque: R$ 30,00 e o pescador pode usar até cinco molinetes ou varas de mão;
Acompanhantes adultos que não pescam: R$ 8,00 e crianças R$ 2,00 , bem como, todos podem usufruir de churrasqueiras, parque infantil, campo de futebol e vôlei, etc
Nas cavas: R$ 8,00 por pessoa, sem limite de varas e inclusive se quiserem podem até efetuar a pesca noturna e obviamente acampar, onde é cobrado R$ 15,00,( R$ 8,00 da entrada e mais R$ 7,00 para passar a noite)
No geral toda propriedade é bem cuidada, de fato, uma excelente área de lazer e por estar localizada alguns quilômetros da estrada principal, oferece segurança aos frequentadores e o horário de funcionamento na área do pague e pesque é das 7,00 às 17,00 horas diariamente.
Com estas informações, terça feira dia 15/07 lá estivemos para pescar e chegamos em torno das 9,00 horas da manhã e já haviam 6 pescadores com as varas armadas e só um deles havia pego uma carpa comum pequena e um bagre.
Inexperiente desta pescaria, evidentemente busquei informações com alguns "carpeiros", bem como, pesquisei na internet vários vídeos da pesca deste peixe, onde os macetes de preparação do material, tipo de massas usados, etc, poderiam ser aplicados com sucesso.
Escolhemos um local no tanque longe dos demais e armamos nossa tralha de pesca.
De início a "massa caseira" que preparei, segundo "dicas" da internet, não funcionou e meu amigo havia levado um pacote de massa pronta, daí misturamos na minha e usando água do pesqueiro, pudemos começar à pescar.
Armamos algumas de nossas varas com "minhoca" e com fígado de boi, indicado para pesca dos bagres, entretanto, as horas foram passando e peixe que é bom "nada" ( claro...não voa, ah,ah,ah).
Resolvi ir à portaria do pesqueiro, comprar um outro tipo de massa e na volta me certifiquei com os demais pescadores, que estavam com a mesma sorte de nós e ao chegar no nosso local escolhido, meu amigo já havia fisgado dois bagres, um numa de minhas varas e outro na dele.
Enquanto o"papo" corria solto,bem com, aproveitamos para lanchar,( pena que não levamos carne e linguicinha para assar, pois, nos pesqueiros existem churrasqueiras rústicas e é preciso levar grelha) e com tempo passando, saia um bagre em minhas varas .
Já eram aproximadamente 16 horas, horário que havíamos combinado "tirar o time" quando numa das varas de meu amigo, deu sinal de vida e ele fisgou uma carpa "espelho" de aproximadamente 3 quilos, então, resolvemos ficar mais uma hora e outra vez houve ação na mesma vara dele, porém, a carpa escapou e como sempre o "papo" é aquele: Devia ser um Monstro.
Aí recolhemos as tralhas e o resultado da pescaria foi:
Eu capturei 5 bagres e ele 1 bagre e aquela carpa.
A despesa alem do gasto em lanche e combustível, foi de R$ 64,00 no pesqueiro, más, apesar dos pesares, valeu pelo ótimo dia que passamos pescando ( tentando).
Desta experiência, fica a orientação aos demais, aquela que:
Os ditos pague e pesque, nem sempre são sinônimo de sucesso nas pescarias, com a captura de inúmeros exemplares, como são mostrados nos vídeos de pesca da internet, entretanto, no futuro pretendemos ir em outros em nossa região metropolitana, assim sendo, aguardem os próximos relatos.
Abraços à todos.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Melhores datas para pesca em rios em 2014
Olá pessoal!
Com certeza não só eu, porém muitos outros especialmente os ( "APOSENTADOS), passam parte do dia procurando se ocupar com alguma atividade e no meu caso, agora no inverno, é passear de ônibus pelos inúmeros bairros de Curitiba e cidades da Região Metropolitana, visto que "NÃO PAGO PASSAGENS" e fora dos horários de pico, dá para sair de um ônibus e entrar em outro nos terminais de integração com a maior facilidade, aliás, sem qualquer "BAIRRISMO", nossa Capital ainda possui o "MELHOR" sistema de transporte de passageiros e muitos ainda reclamam.
O que tenho notado aqui e creio ser o problema nas demais cidades de qualquer estado é sem duvida alguma, a quantidade de carros que trafegam nas vias e rodovias e em muitos deles, está apenas o motorista, então "dá-lhe os engarrafamentos" , assim sendo, em nosso caso em particular, ( afirmam as pesquisas), somos a capital com o maior número de veículos circulando nos horários de pico.
Más afinal, que importância há em se falar de trânsito se nosso principal interesse são as pescarias?
Então, vamos ao que interessa:
Ontem recebi a visita de dois companheiros do Capivari, o Edenilson e o Julio. O papo girou sobre a temporada da pesca da tilápia lá na represa, especialmente no Recanto do Sabiá, que foi algo extraordinário neste ano. O Edenilson especialmente é um dos CAMPEÕES desta pesca e falou que teve ocasião em que pescou mais de 50 quilos da mesma numa única noite e não se tratava de "ESTÓRIA DE PESCADOR", pois tal fato foi confirmado pelo Julio.
Fora esta questão, na verdade, a visita foi para comprar uma de minhas varas " especiais" de carbono, emenda longa para a pesca da tainha, pois ele e outro companheiro lá do Capiva, pretendiam ir pescá-las na Colônia Descoberto em Guaratuba, como de fato foram e soube que ele pegou 13 taínhas de bom porte e o Edson sete delas até a hora de almoço. Amanhã, quinta feira, vou ligar para saber como foi a pescaria no restante do dia.
Enfim, para quem acompanha meu blog, já falei em outra ocasião como é "EMOCIONANTE" a pesca deste peixe.
Más entrando no assunto de hoje, pesquisei na internet e encontrei um site que informa as melhores luas para pescarias em rios, vide abaixo:
Ora, certamente é preciso que os interessados vão aos calendários e consultem as fases lunares em cada mês, para confirmar ou não se as dicas são procedentes. Particularmente penso que tudo depende do peixe que se pretenda pescar e principalmente da região onde se pescar. Penso que aqui no sul agora no inverno as coisas possam mudar de figura e por outro lado, acredito é necessário levar em conta outros fatores, um dos quais, são as chuvas que como pode ser de conhecimento de todos, o que choveu aqui no Paraná não foi brincadeira.
No mais, minha gente, um abraço á todos.
P.S- Quem desejar fazer algum comentário, favor fazê-lo pelo meu email: marcãocapivari@ymail.com.
| Legenda da relação de influência da lua na pesca | |||
|---|---|---|---|
| Neutra | Regular | Boa | Ótima |
| Nova | Crescente | Minguante | Cheia |
domingo, 1 de junho de 2014
Já faz algum tempo...
Olá Companheiros!
Pois é, a última postagem foi em agosto/2013, falando da pesca da tainha na Colônia Descoberto, daí, chegou dezembro e o esquema era voltar às tilápias no Capivari, entretanto, por problemas no coração, fiquei apenas na "vontade", más não perdi o contato com os demais companheiros, que aliás, nos relatos disseram que foi uma temporada surpreendente, digna de lembrança dos tempos antigos, onde se capturava inúmeros exemplares de "grande" porte. Um deles me contou no telefone, que numa única noite capturou aproximadamente 50 quilos das mesmas, aliás, ele sempre foi um dos "" bons"" pescadores deste peixe.
Pelo fato desta temporada ser bastante piscosa, mesmo durante os dias da semana, o Recanto do Sabiá estava bastante frequentado e em algumas ocasiões houveram discussões dos pescadores em torno de lugares para pescar. Imaginem então "nos finais de semana"?
Ora, apesar do meu problema de saúde, evidentemente não deixei de ir em busca das "meninas" e o local escolhido foi a tradicional cavas do pesqueiro Santa Cecília em S.J. Pinhais. Nas inúmeras ocasiões que por lá estive, nem sempre me dei bem, más quando acertava o dia, sempre pegava pelo menos um exemplar acima de quilo e o mais interessante é que isto acontecia invariavelmente em torno das 10 horas da manhã, dá para acreditar? Bem, na temporada toda, até o início do mês de abril, peguei em torno de 12 tilápias, que certamente "valeu a pena".
Agora estamos entrando na estação outono/inverno e muitos voltarão à pesca da tainha, porém soube por um amigo em comum de uma "malandragem" dos "donos dos pesqueiros" pessoas que leva os pescadores nos inúmeros pesqueiros da Colônia Descoberto, ou seja:
" No início da temporada, eles mantem os pesqueiros "bem abastecidos" de cevas e o pessoal acaba capturando muitas tainhas, entretanto, na medida que isto se espalha, eles não colocam cevas em todos e quem tiver o "azar" de ser levado à algum deles, só vai dar "banho" nas iscas".
Ora imaginem vocês: Chegar ao local as 6 horas da manhã, ficar ancorado num dos pesqueiros até pelo menos as 16 horas e nada pegar?
Por via das dúvidas, convêm exigir que "ELES" coloque bastante ceva na hora de ancorar nos mesmos, pois, "grosso modo" o que interessa aos mesmos "é faturar".
Para aqueles que tem "" motor de popa"", o macete é alugar um barco, levar a ceva ( Pão velho), abastecer o pesqueiro escolhido, com a possibilidade de "se dar bem".
No meu caso, independente da questão da saúde ( agora estou melhor), não pretendo voltar ao local nesta temporada, pois é muito sacrifício para um JOVEM DE 68 anos:
Sair daqui de Curitiba as 4 horas da matina, onde evidentemente não se "dorme" na expectativa de não perder a hora;
Chegar ao local as 6 horas, ficar o dia inteiro ancorado no pesqueiro com chuva ou sol e pior;
Dependendo do dia, enfrentar um calor insuportável, bem como, o sol e sem meios de armar um guarda sol;
Ser bombardeado pelos mosquitos (" maruí" os famosos porvinha) e haja repelente;
E quando não se pega nada?
Depois encarar a viagem de volta bastante esgotado.
A solução seria alugar um "quarto" numa pousada do local e voltar na manhã do dia seguinte, porém, só se os companheiros toparem????
Más como diz o "velho deitado": PESCAR É SOFRER NO PARAÍSO.
Assim sendo, até a próxima, com um forte abraço á todos.
Pois é, a última postagem foi em agosto/2013, falando da pesca da tainha na Colônia Descoberto, daí, chegou dezembro e o esquema era voltar às tilápias no Capivari, entretanto, por problemas no coração, fiquei apenas na "vontade", más não perdi o contato com os demais companheiros, que aliás, nos relatos disseram que foi uma temporada surpreendente, digna de lembrança dos tempos antigos, onde se capturava inúmeros exemplares de "grande" porte. Um deles me contou no telefone, que numa única noite capturou aproximadamente 50 quilos das mesmas, aliás, ele sempre foi um dos "" bons"" pescadores deste peixe.
Pelo fato desta temporada ser bastante piscosa, mesmo durante os dias da semana, o Recanto do Sabiá estava bastante frequentado e em algumas ocasiões houveram discussões dos pescadores em torno de lugares para pescar. Imaginem então "nos finais de semana"?
Ora, apesar do meu problema de saúde, evidentemente não deixei de ir em busca das "meninas" e o local escolhido foi a tradicional cavas do pesqueiro Santa Cecília em S.J. Pinhais. Nas inúmeras ocasiões que por lá estive, nem sempre me dei bem, más quando acertava o dia, sempre pegava pelo menos um exemplar acima de quilo e o mais interessante é que isto acontecia invariavelmente em torno das 10 horas da manhã, dá para acreditar? Bem, na temporada toda, até o início do mês de abril, peguei em torno de 12 tilápias, que certamente "valeu a pena".
Agora estamos entrando na estação outono/inverno e muitos voltarão à pesca da tainha, porém soube por um amigo em comum de uma "malandragem" dos "donos dos pesqueiros" pessoas que leva os pescadores nos inúmeros pesqueiros da Colônia Descoberto, ou seja:
" No início da temporada, eles mantem os pesqueiros "bem abastecidos" de cevas e o pessoal acaba capturando muitas tainhas, entretanto, na medida que isto se espalha, eles não colocam cevas em todos e quem tiver o "azar" de ser levado à algum deles, só vai dar "banho" nas iscas".
Ora imaginem vocês: Chegar ao local as 6 horas da manhã, ficar ancorado num dos pesqueiros até pelo menos as 16 horas e nada pegar?
Por via das dúvidas, convêm exigir que "ELES" coloque bastante ceva na hora de ancorar nos mesmos, pois, "grosso modo" o que interessa aos mesmos "é faturar".
Para aqueles que tem "" motor de popa"", o macete é alugar um barco, levar a ceva ( Pão velho), abastecer o pesqueiro escolhido, com a possibilidade de "se dar bem".
No meu caso, independente da questão da saúde ( agora estou melhor), não pretendo voltar ao local nesta temporada, pois é muito sacrifício para um JOVEM DE 68 anos:
Sair daqui de Curitiba as 4 horas da matina, onde evidentemente não se "dorme" na expectativa de não perder a hora;
Chegar ao local as 6 horas, ficar o dia inteiro ancorado no pesqueiro com chuva ou sol e pior;
Dependendo do dia, enfrentar um calor insuportável, bem como, o sol e sem meios de armar um guarda sol;
Ser bombardeado pelos mosquitos (" maruí" os famosos porvinha) e haja repelente;
E quando não se pega nada?
Depois encarar a viagem de volta bastante esgotado.
A solução seria alugar um "quarto" numa pousada do local e voltar na manhã do dia seguinte, porém, só se os companheiros toparem????
Más como diz o "velho deitado": PESCAR É SOFRER NO PARAÍSO.
Assim sendo, até a próxima, com um forte abraço á todos.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Macetes complementares na pesca da tainha.
Pois é pessoal, na minha segunda ida á pesca deste peixe, acabei pescando no mesmo local anterior com o outro companheiro da primeira vez e neste dia mais um complicador, começou a chover assim que colocamos nossas linhas na água.
Na verdade de acordo com a previsão do tempo, ia chover no período da tarde, más São Pedro que manda no pedaço, contrariou a mesma, ainda bem que fui preparado com bota de borracha e roupa de motoqueiro, senão ficaríamos ensopados, pois choveu o dia inteiro.
Más vamos ao que interessa:
Nos inúmeros vídeos da internet a respeito da pesca da
tainha com anzol, especialmente aqueles produzidos na colonia descoberto em
Guaratuba, grosso modo, parece que pescar
este peixe é fácil e de fato é, para aqueles que já absorveram os macetes e
entre estes dá para destacar os seguintes:
a)
Pescar na profundidade “certa”:
Descobri-la é a diferença entre o fracasso
ou sucesso, levando-se em conta a variação das marés. Ora, quando a correnteza
do rio está para o continente, podemos concluir que a maré está na enchente, ao
contrário, estará na vazante e diante deste vai e vem, torna-se necessário
ajustar a profundidade que o anzol ficará no fundo do pesqueiro constantemente.
O pessoal experiente, costuma colocar o flutuador ( pena) numa
determinada altura na linha e daí prender um chumbo triangulo mais pesado no
girador e lançar a linha no local, procurando acertar a altura ou seja: a pena
ou boia deve ficar entre 5 a 10 cm abaixo da flor da água e depois ao retirar o
chumbo, levantar a boia ou pena na mesma medida.
b)
Qual o modelo do flutuador (pena ou boia)?
Num
vídeo que o apresentador diz que estes acessórios devem ser os mais leves
possíveis, porém, tal informação não me parece correta, pelo menos para este
local de pescaria.
Nas
lojas existem alguns modelos de boias de isopor do tipo “charuto” e penas de
madeira apropriadas para pescar na colonia descoberto. Para cada um dos modelos será indicado o
chumbo de peso adequado, pois é necessário que a pena ou boia suportem o peso
dos mesmos e que ele fique á uns 20cm do fundo do pesqueiro.
c)
À que distância o anzol deve ficar do fundo do
pesqueiro?
Entre 5 a 10cm, pois é nela que o peixe
costuma morder a isca;
d)
Qual a
distância que a linha deve ser lançada das estacas onde estão amarradas as
cevas?
Fazer com que ela ao afundar faça com que o
anzol passe entre 15 à 20cm de distância do saco de ceva, evitando o enrosco,
más... em algum momento isto certamente vai acontecer, então, leve muitos
anzóis;
Dá para imaginar que com estes “macetes”
vamos capturar inúmeras tainhas, certo?
Errado. De todos estes macetes, certamente o
mais importante de todos é ficar atento á movimentação da pena ou boia, pois a
tainha costuma atacar a isca de cima para baixo com uma sutilesa, quase que
imperceptível e na menor distração...já era.
Todos os macetes acima foram aplicados nesta pescaria, más este último é o pulo do gato e foi nele que caímos do cavalo, mas mesmo assim peguei duas tainhas de bom porte empatando com meu companheiro.
Abraços á todos.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Pescar tainha é fácil????
Aqui, estou usando o
título de um artigo que li na Internet num site que grosso modo, simplesmente
fez uma copia de outro artigo, fazendo parecer ser realmente fácil a pesca
deste peixe, porem aqueles que praticam tal pescaria sabem que na teoria a
prática é diferente, portanto, lamentavelmente tudo não dá para confiar em
tantas facilidades.
No meu caso, posso me considerar um aprendiz e por isto tenho
procurado informações práticas com pescadores experientes, especialmente
aqueles que pescam na Colonia Descoberto em Guaratuba/PR, pois são eles que
podem realmente orientar quem estiver interessado em aprender, então vou
repassar as dicas que me deram à saber:
Primeiro Caso: Condições das águas da Baia de Guaratuba:
Nestas duas semanas
de fim de mês de Julho, as chuvas acontecidas na serra do mar, influíram muito,
pois as águas dos rios na linguagem dos
ribeirinhos ficaram “doces” e a taínha prefere quando as águas da baia está “salobra” portanto, ninguem está conseguindo
capturá-las.
Segundo caso: Fases da Lua:
É na minguante e na crescente as melhores luas para a pesca
naquele local, exceto se nelas existir as condições do primeiro caso ou muito
vento, entretanto, se nada disso estiver ocorrendo o que pode influir é
simplesmente o peixe não encostar nas cevas existentes nos pesqueiros. Alguns
pescadores já passaram por esta situação sendo que numa determinada pescaria “lavaram
a égua” num pesqueiro e ao retornar ao mesmo em outra ocasião, ficaram dando
banho nas iscas.
Terceiro caso: As Iscas:
No local o pessoal tem usado peito de frango, figado,
músculo, testítuco de boi, sagú, etc, más outra vez uma isca que funcionou numa
pescaria, não funciona em outra. Apenas como curiosidade, tem pescadores que
até usam bolinhas de isopor ou pedacinhos de espuma (pode ?)
Quarto caso: Cevas:
Lá quem leva os pescadores aos pesqueiros dizem que os
mesmos estão cevados, entretanto, sempre é bom se certificar disto pedindo para
cevar o local na hora de chegar ao mesmo ou então pedir para eles levantarem a
corda onde o saco de ceva está amarrado, afinal, está se pagando o custo das
mesmas.
Quinto caso: Anzóis, Linhas, Chumbo e boias:
a)
Anzóis: Recomenda-se o uso de anzóis pequenos
porem reforçados (marusseigo, chinú ou cristal), pois a boca da tainha é
pequena;
b)
Linhas: Como não se sabe qual o tamanho ou peso
do peixe que será fisgado, recomenda-se o uso de linha 50mm até o girador e
abaixo do mesmo chicotes com dois anzóis com linha 30 e 40mm;
c)
Chumbada:
Tudo irá depender da boia utilizada, as lojas de pesca podem indicar
quais as mais adequadas inclusive aquelas necessárias de acordo com a
movimentação das marés.
Varas: Recomenda-se aquelas de
4,5 a 5 metros de emenda longa, se
possível de carbono que são mais leves que as de fibra, porem elas devem ser “turbinadas”
com elástico de garrote, amarrados em linha de multifilamento que passará no interior da vara e depois
amarradas em girador que na outra extremidade do mesmo, será amarrada uma outra
linha meste de monofilamento até 30cm do cabo da vara, daí coloca-se a boia,
depois o chumbo e amarra-se esta linha em outro girados, depois chicotes com os
anzóis já mencionados.
OBS: Ver em outro artigo anterior
como turbinar as varas.
Sexto caso: É preciso levar em
consideração que se estará pescando
próximo aos manguezais com a possibilidade de existência daqueles mosquitos (
porvinha ou marui), portanto, há necessidade de levar “repelente”.
Roupas e acessórios: vestir aquelas que dificultem a ação dos
mesmos, chapeus, guarda sol, em caso de chuva levar capa ou roupa de motoqueiro,
botas, etc
Orientações finais: Naquele local
é costume os piloteiros deixar os pescadores nos pesqueiros pela manhão e só ir
buscá-los no entardecer, assim sendo é preciso levar água fresca, sucos,
alimento ( sanduiche ou outros), frutas, etc.
Como última orientação, sugiro
pesquisar na Internet vídeos feitos na colonia descoberto, os quais darão uma
melhor ideia doque procurei demonstrar acima, afinal é como diz o provérbio
chines:
“UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL
PALAVRAS”
domingo, 28 de julho de 2013
Finalmente...Acabei indo pescar Tainha.
Pois é pessoal, faz algum tempo que não coloco nenhum artigo no
blog, aliás, como tilapeiro inveterado, nesta temporada saíram as meninas de
bom tamanho e fizeram a alegria da galera, más não vou falar delas e sim das
tainhas, onde tive a a oportunidade de ir pescá-las na Colônia Descoberto em
Guaratuba/`Pr.
Como diz o "velho ditado" na prática a teoria é outra,
apesar do que escrevi anteriormente sobre este assunto. No local, existem
inúmeros pesqueiros, olhem matérias existente na Internet ( Pesca Dinâmica) e
terão uma ideia de como eles são preparados para a pesca. Infelizmente não tive
muita sorte, pois, o pesqueiro escolhido por meu companheiro erá muito
profundo, então, para quebrar o "galho" o recurso foi aumentar
o tamanho da linha em um metro nas varas de 5 metros, porem, isto dificultava o
lançamento da mesma do barco. Diga-se de passagem, a linha devia passar no
máximo à 20cm dos sacos de cevas presos em taquaras no fundo do pesqueiro e
outro fator que contribuiu para o fracasso, foi excesso de vento, que fazia com
que o chumbo demorasse à atingir o fundo, bem como, não raro, fazer com que os
anzóis se enroscasse no saco de ceva e dai era preciso arrebentar a linha. Este
é um detalhe importante, quem de vocês quiser fazer este tipo de pescaria,
levem uma boa quantidade de anzóis e usamos foi o cristal 6 reforçados para não
correr o risco de abrir ao fisgar o peixe.
E a linha? Bem, usamos a de 50mm até o girador e após 35mm para
facilitar arrebentá-las em caso de enrosco. Por outro lado, usar a linha mestre
nesta espessura, fará com que a tainha grande não as arrebente, elas são
violentas.
E as iscas? Lá o pessoal em geral tem usado peito de frango, sagu
e "bago de boi" e este pode ser substituído por rim do mesmo, más nós
usamos pedacinhos de peito de frango.
E a taínha? Bem, ela é tão rápida, rouba a isca com extrema
facilidade com um "levissímo" toque na boia, então, bobeou...já era,
especialmente se tivermos usando varas de fibra e emenda longa que são pesadas.
Entretanto, se dermos sorte e fisgarmos a mesma, prepare-se para a
briga, ela não se entrega com facilidade, pois é preciso levar em conta que no
interior das varas existe o elástico (garrote) que como já disse, serve para
cansar o peixe, más as tainhas são " danadas".
Naquela matéria anterior que escrevi sobre o preparo das varas,
quem tiver condições de comprar vara de carbono de gomo longo ( são mais
caras), valerá a pena, pois, são mais leves do que as de fibra, cujo tamanho
indicado são nos comprimentos de 4,50 à 5,40 metros.
Apesar de existirem inúmeros pesqueiros no local, todos cevados,
nem sempre o cardume encosta, foi o nossos caso, pois meu companheiro ao longo
do dia só pegou 2 exemplares maiores e um menor, enquanto eu, peguei apenas “um”
de bom tamanho. Também é possível escolher pesqueiros mais rasos, embora o
“segredo” para o sucesso é regular a boia na profundidade correta, sendo
necessário aumentar ou diminuir a mesma de acordo com a movimentação da maré.
Assinar:
Postagens (Atom)