quarta-feira, 30 de março de 2011

TAXA DE COLETA DO LIXO E CARGA TRIBUTÁRIA





Amigos, o que estes assuntos tem haver com nosso esporte?
Muito, se considerarmos a poluição causadas pelo homem na natureza, assunto importante que porem, não vem ao caso no momento, então vamos ao tema, com esta pergunta:
"VOCÊ SABE QUANTO PAGA PELA COLETA DE LIXO NO SEU IPTU"?
Se souber tudo bem, mais para quem não sabe, vejam:
No meu, o valor do IPTU é de R$ 377,34, do qual R$ 193,34 é imposto territorial urbano e R$ 184,00 de taxa de coleta de lixo, ou seja 95% do total.
O que motivou-me á abordar este tema foi a reportagem abaixo reproduzida:
"O lixo de volta à linha de produção"
Logística reversa prevê que consumidores devolvam às lojas e fábricas embalagens ou produtos usados que iriam para lixões
"Num futuro próximo, a população será convocada a participar do processo de reciclagem e reaproveitamento do lixo em todo o país. Mas, desta vez, não mais de forma voluntária. Até agosto de 2014, governo, empresas e a população deverão afinar o discurso para implantar na legislação um conceito conhecido como logística reversa, previsto na Política Na­­cional de Resíduos Sólidos. Trata-se de inverter a lógica de produção (da residência para a fábrica), com a intenção de diminuir a quantidade de resíduos levados a aterros sanitários ou lixões. Especialistas acreditam que, das cerca de 161 mil toneladas de resíduos geradas por dia, seria possível reaproveitar aproximadamente 85% – em torno de 137 mil toneladas –, aumentando o ciclo de vida dos aterros e diminuindo o passivo ambiental".
Pois bem, considerando o valor que acima citei, com certeza, todos nós habitantes de qualquer cidade brasileira, pagamos esta taxa, certo?
Não adianta espernear, mesmo por quê ela tem previsão constitucional no Art 145- II da CF/88, que diz:
Art. 145 - A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos:
I - impostos;
II - taxas, em razão da utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição;
Taxa - Serviços Públicos de Coleta, Remoção e Tratamento ou Destinação de Lixo ou Resíduos Provenientes de Imóveis - Súmula Vinculante nº 19 - STF.
Não vou reproduzir as razões desta súmula vinculante, pois as opiniões dos ministros ocupariam muito espaço, entretanto, só citar que eles determinaram que:
"O valor á ser cobrado deve ser em função da área constrída e não quanto cada cidadão gera de lixo".
Então, voltando á campanha pretendida e não querendo enaltecer minha cidade, nós curitibanos, a grande maioria aderimos á muito á campanha LIXO QUE NÃO É LIXO, tanto que caminhões de nossa prefeitura em dias determinados, percorrem as ruas dos bairros, na coleta do lixo reaproveitado e fazemos mais: Somos fonte de renda para família que fazem da reciclagem do lixo uma fonte de renda.
Então, considerando a possibilidade que isto esteja ocorrendo em sua cidade, me parece evidente que as prefeituras poderiam senão acabar, pelo menos diminuir o percentual que cobram por tal coleta, concordam?
Poderiam é verdade, mais duvido que façam e imagino até a justificativa:
"NÃO PODEMOS MENSURAR QUAIS OS MORADORES QUE FAZEM TAL RECICLAGEM?"
Assim sendo, a outra alternativa seria nossos legisladores propor uma emenda constitucional á respeito, certo?
No mínimo outra utopia, concordam?
Com relação á carga tributária, existe outra reportagem, não vou reproduzí-la pois é muito extensa, no entanto apenas citar que nela os empresários alegam que pagam muitos impostos.
Não resta dúvida, mais por que será que eles alegam isto?
Grosso modo, penso ser por conveniência, pois afinal, duvido que hoje em dia as empresas em geral,(até as que vendem material de pesca), não repassem os mesmos aos seus produtos e serviços e quem acaba pagando os tais impostos, somos nós a sociedade como um todo, certo?
Quem sabe por isso, a tão falada "reforma tributária" seja um assunto que sempre voltará á tona e efetivamente só irá acontecer, no dia que os impostos forem realmente pagos pelas empresas efetivamente, até lá, tudo não passará de "conversa mole", concordam?
Então meus amigos, só nos resta acreditar que um dia este Brasil terá jeito.

terça-feira, 29 de março de 2011

JOSE ALENCAR, VOCÊ É O “CARA”



Já que está na moda, tomei a liberdade de usar este termo com todo respeito que este brasileiro merece.
Nada do que eu diga, será suficiente ou novidade para descrever a admiração que este “ser humano” acima de tudo, nos deixou como exemplo de dignidade.
De tudo o que sabemos á respeito dele, tem algo que me chamou a atenção e quem sabe sirva de alerta aos hipócritas de plantão:
“Ele começou a trabalhar com 14 anos de idade”.
E daí?
Foi uma decisão dele, portanto um exemplo á ser seguido por muitos jovens hoje em dia, especialmente para todos aqueles que anseiam em conquistar seu espaço de forma honrosa e tenho certeza que muitos assim o desejam.
E daí, pergunto novamente?
Daí hoje temos o ECA, que considera ilegal o trabalho de adolescentes, nesta e outras faixas de idade, com justa razão quando se refere ao trabalho “escravo” ou em péssimas condições, entretanto, excetuando-se as mesmas, creio ser um ponto importante á ser levado em consideração, pois, na época de nosso ex-vice presidente e até na minha, trabalhar era a forma do jovem ser educado para uma vida produtiva e certamente muitos de nossas gerações começaram a vida profissional com tal idade.
A hipocrisia a meu ver, está em se condenar uma atividade profissional condizente com a idade, pois muitos jovens hoje em dia aquém desta idade, apesar do ECA, ajudam nas despesas de suas famílias, principalmente trabalhando informalmente.
E a pergunta é:
“Onde estão os defensores do ECA, que pouco fazem á respeito”?
Apesar de estar generalizando e aí cometendo um mau julgamento, poucos realmente estão preocupados.
Seria eu um “energúmeno” se achasse desnecessários que estes jovens não freqüentassem a escola, pois ela é indispensável, por isso, estudando e trabalhando, eles estariam sendo desviados dos maus caminhos.
O trabalho ensina á ter responsabilidades, entre as quais, o respeito que hoje falta á grande parte de nossa juventude .
Uma atividade profissional digna e adequada á idade dos mesmos, os afastaria das “gangs”, das drogas e da vida marginal, para onde muitos se encaminham.
Nós das gerações mais velhas, sabemos o que o trabalho representou em nossas vidas e cá entre nós, alguns mais, outros menos, colhemos nosso “lucros” ao longo da vida.
É por este ponto de vista, que faço minha homenagem ao nobre brasileiro JOSE ALENCAR.

DAS TILÁPIAS ÁS CARPAS



Pois é pessoal!
Apesar de minha expectativa de capturar algumas tilapias até o final de abril, já estou pensando seriamente em mudar para as carpas, pois lá no pesqueiro Santa Cecília, existem muitas, das quais prefiro mesmo as carpas capim, pois estas, no caso de consumo, no meu entender, tem a carne mais saborosa do que outras que tem gosto de barro e por outra dificuldade, que nada mais é do que para pescá-las é preciso usar massas caseiras ou fabricadas por algumas empresas, entretanto, devido a grande quantidade de lambaris, tilapinhas e carazinhos, tenho notado, que estes peixes detonam as mesma, coisa bem diferente com a carpa capim.
Não sou especialista no assunto, por isso, contei com algumas orientações de um companheiro que “manja” do assunto e nos invernos passados, sempre se deu bem.
Seu sistema de pesca nada tem de especial, exceto que ele usa como ceva e isca, milho seco, do qual uma porção, deixa cozinhando na pressão, para amolecê-lo parcialmente o que facilita a colocação do mesmo no anzol e o restante “in natura” ele lança como ceva no pesqueiro.
Simples não é mesmo?
Não tem outras dicas que ele usa e quem sabe possam ser aproveitadas pelos interessados, a saber:
1) – O milho da ceva, ele costuma lançar na distância em que o chumbo da linha cai no pesqueiro, então:
2) – Ele não arremessa a linha diretamente do molinete para água e sim, mede até 17 braçadas e lança a mesma com as mãos, a qual atinge a distância entre 10 a 15 metros de acordo com a profundidade do local;
3)_ O “pulo do gato” é na verdade, depois de armado o(s) molinete(s) e cujos suportes devem ser bem fixados no chão, acrescenta na ponteira das varas aqueles “sininhos com guizo” e um pedaço de sacola plástica branca e o fundamental, se afasta do local.
4)- A razão do afastamento é que pela distância que a linha atinge, sendo este peixe “super arisco”, provavelmente não atacará as iscas se pressentir a presença do pescador, portanto o sininho e a fita plástica facilitam a visualização quando a vara envergar.
5)_ Em alguns molinetes ele usa apenas um anzol apropriado, sempre colocando o chumbo não tão pesado na ponta da linha, em outros, até 3 anzois, onde cada um deles fica numa distância de meio metro uns dos outros.
6)- Pelo exposto no item 4 , sempre será preciso escolher um local isolado dos demais pescadores e lá naquele pesqueiro existem cavas enormes, onde isto é possível.
Eu vou tentar e vocês?

Para que serve a Câmara de Vereadores?



Reproduzo parte de duas reportagens de Celso Nascimento
PASMEM:
Este é um assunto de maior interesse á sociedade curitibana, no entanto, o mesmo pode estar acontecendo em sua cidade.
A Câmara Municipal de Curitiba é composta de 38 vereadores. Pelo menos 32 deles marcham sob a voz de comando do Executivo. O rigor da ordem unida é eficientemente imposto pelo presidente da Casa, o vereador João Cláudio Derosso. Por isso mesmo, não há matéria que, embora seja de alto interesse público, consiga prosperar na Câmara se ela contrariar o interesse dos mandantes.
Por esta razão, a maioria dos vereadores passa seus dias catalogando nomes de vivos e mortos para homenageá-los com prêmios e denominações de – para usar a terminologia da Casa – “logradouros públicos”. Mais de 90% dos projetos votados e aprovados são desta ordem – o que certamente leva os contribuintes curitibanos a questionar se vale a pena destinar, para este fim, 5% do orçamento municipal, que, em 2011, monta a R$ 4,6 bilhões.
A sessão de ontem custou aos cofres públicos R$ 274 mil. Este é o valor que os contribuintes pagam diariamente para a Câmara funcionar. É o resultado da divisão do total do orçamento por 365 dias do ano. Se forem desconsiderados os recessos, os feriados e os fins de semana, o custo unitário da sessão, claro, sobe bastante.

Diante do exposto, veja o que e para que eles são eleitos:
ATRIBUIÇOES DO VEREADOR

O vereador é um representante político que opera no domínio dos municípios, igual à forma de governo constitucional na Câmara, a nível legislativo. O vereador tem somente poder Legislativo, mas também é um fiscal, embora às vezes partilhe esta tarefa com tribunais de contas.
Atribuições de Baixo Impacto:
Dar nome ás ruas, Concessão de medalhas ou Definir datas comemorativas
Legislar sobre interesse local
Aprovar ou elaborar leis ou projetos de lei, decretos legislativos, resoluções, indicações, pareceres, requerimentos, bem como, o regimento interno da câmara, participando ainda de comissões permanentes e podem fiscalizar entre outras coisas: o transporte coletivo, a coleta de lixo, a manutenção de vias públicas, fiscalização sanitária, etc.
Fiscalizar as contas do Executivo
Convocando prefeitos e secretários, para prestar esclarecimentos aos parlamentares, via requerimentos ou por meio da atuação nas comissões especiais e em prol do bom uso do dinheiro público.
Discutem e aprovam o orçamento anual e da Lei de Diretriz Orçamentária que planeja onde e como aplicar o orçamento do município e análise profunda do Plano Diretor.
IMPORTANTE: Essa é a função onde um vereador por si só pode fazer a diferença, pois, pela própria estrutura federativa brasileira, não lhe deixa muito espaço e a própria dinâmica da aprovação de uma lei faz com que ele sozinho possa não consiga aprovar um projeto, mais pode por si só, apontar erros e apurar desfalques nas contas públicas que podem levar a mudanças no Orçamento e à economia dos recursos de todos.
Representar a população local
O vereador é porta voz da população, do partido que representa e de movimentos organizados. Cabe ao parlamentar não só fazer política partidária, mas organizar e conscientizar a população, com a realização de seminários, debates e audiências públicas que contribuem neste aspecto, pois funcionam como caixa de ressonância dos interesses gerais.
Outras atribuições:
Prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da população;
Promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano, bem como:
A proteção do patrimônio histórico-cultural local, observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual.
Portanto, não só os curitibanos, mais outros de várias cidades brasileiras não devem esquecer que 2012 será o ano de nova eleições dos mesmos, assim cabe á todos nós
não reelegermos aqueles que nada fazem, para tanto, deve haver informação do que cada um deles fez no portal da câmara de sua cidade.
Você também é responsável!

segunda-feira, 28 de março de 2011

RAIOS E TROVÕES ...E O PEIXE?



Este foi um ano em que o verão e agora o outono vem sofrendo a influência do El Nina, onde em todas as semanas existe a previsão de chuvas em todos os estados brasileiros.
Ela em si, tem sido bem vinda para alguns e prejudicial para outros tantos e nem adianta comentar as conseqüências.
O interessante de tudo que como pescador, sempre procuro consultar a previsão do tempo, no qual os institutos quase não têm falhado mais como se trata de previsão, também existe o fator “sorte” á ser considerado.
E é apostando nela, que tenho ido pescar evidentemente preparado para as mudanças climáticas e não é raro acontece que no trajeto entre Curitiba até a serra da Graciosa, as chuvas são constantes e passadas à mesma, logo depois do Posto da Polícia Rodoviária Federal, sentido São Paulo, o céu está de brigadeiro, para minha alegria ou para minha tristeza, quando acontece o inverso.
As chuvas só são problemáticas na chegada ao pesqueiro, pois haja “barro” nos barrancos, além é claro de dificultar a montagem do acampamento de pesca, onde mesmo com cuidado a lama acaba sujando as tralhas de pesca em geral.
Mais em nome da pescaria, se fás qualquer sacrifício, afinal tilapeiro que se preza ou outros pescadores, não somos feito de açúcar e se temos que nos derreter, que seja em alegria de se dar bem em nossas empreitadas.
O que me deixa “p” da vida é que ultimamente na represa do Capivari, nem adianta tentar pescar durante o dia, pois os alevinos de tilapia nesta temporada, tomaram conta do pedaço, então o esquema fica para de noite.
E logo que escurece, lá estamos nós o “bando de mal acabados”, a noite está calma, a água “paradinha” do jeito que o “diabo” gosta, então, colocando star lite em nossas peninhas, ficamos crentes que aquela irá ser “aquela pescaria”.
De repente lá longe se ouve os trovões, então, ficamos torcendo que eles vão para o mais longe possível.
Mais a torcida de nada adianta, pois eles se aproximam e daí começam os “raios” que riscam os céus, um espetáculo, diga-se de passagem.
Mais deixando a beleza de lado é exatamente aí é que “mora o perigo”, pois a composição das varas telescópicas, especialmente aquelas que contem carbono que atrai eletricidade, portanto meus amigos...cuidado, nem toque nas mesmas na hora dos raios, mesmo que o peixe esteja dando sinal de vida, exceto se você pretende ser o próximo morador da “cidade dos pés juntos”?
Na verdade, na hora dos mesmos, o brilho deles certamente interfere no comportamento dos peixes, então, com muita sorte, depois de horas, quando passar a tempestade comum nestas ocasiões, quem sabe você possa se dar bem?
Porem, por via das dúvidas, sabe o que é o melhor á fazer?
Vá dormir cara.

TRANSFERIDOR DE GÁS




Hoje vou ser curto, pois grosso sou o tempo todo...afinal estou pesando 120 kilos, então, com aquele corpinho de bailarino espanhol( decaído é claro), vamos ao que interessa:
Não cobra nada para dar assessoria na pesca da tilápia, estou pensando em mudar o costume, mais até lá, lá vai mais uma dica:
Como não smos só nós “os tilapeiros de carteirinhas” que pescamos a noite, os refletores que usamos tem outras finalidades, certo?
Hoje pelo que soube, está proibida a venda de bujão de gás os conhecidos “liquinhos” que contem 2kg mesmo.
O fato que independente desta proibição, sempre se encontrará algum distribuidor que possa fazer a recarga do mesmo, até por baixo do pano, se é que vocês me entendem?
O problema como sempre é que dentro das atuais circunstâncias, os caras estão cobrando uma nota preta, alguns chegam á cobrar R$ 15,00 pela recarga (* jeitinho brasileiro*), então, a solução que venho adotando á “longos carnavais” é ter comprado o meu próprio transferidor de gás.
É possível encontrá-los nas lojas de pesca, mais com certeza, naquelas que vendem acessórios para fogões ou ferragens em geral, pelo menos aqui no meu bairro, isto é facílimo.
A vantagem é a economia, pois considerando que no momento um bujão de 13 kilos custa em média R$35,00, podemos fazer até seis recargas completas e considerando o que o tempo de uso dos refletores se resumem á algumas horas, a durabilidade de um bujão liquinho é longa.
A aquisição do transferidor apesar do custo, trás a vantagem do benefício, enetretanto como lidar com gás é uma atividade perigosa, então alguns cuidados básicos são indispensáveis a saber:
1) – Sempre procurar um local arejado fora da residência;
2) - Antes de fazer a recarga, esgotar o excesso de ar contido no liquinho, existe o botão para isso (cor vermelha) que será aberto e fechado depois desta operação;
IMPORTANTE: Esgotar todo ar é necessário, pois o gás contem impurezas, que poderam interferir na luminosidade do refletor e até entupir seu giclê.
3) - Ao encaixar a válvula do transferidor no bujão normal, certificar-se não haver vazamentos;
4) – Encaixar o registro do transferidor no liquinho, também verificando o mesmo acima;
5)- Ao abrir o botão preto que transfere o gás do bujão grande para o liquinho, dá para notar pela mangueira, que o gás/ ar do maior está entrando no menor, até cessar tal visualização. O indicativo que liquinho está cheio é que ele fica mais pesado, entretanto, se necessário, ao sacudi-lo, o gás/ar do maior continuará sendo transferido, até cessar de vez.
6)- Nem sempre vale a pena encher o liquinho ao máximo, pois o excesso de ar poderá entupir o “giclê” ( peça que regula a luminosidade do refletor).
7)-Terminada a operação, fechar o botão preto, assim o gás que estiver na mangueira, retornará ao bujão maior, se bem, que ao desencaixar a válvula, haverá algum vazamento daquele que não retornou.
E agora pessoal é só colocar em prática as dicas, entretanto, se alguma alma caridosa quiser, deposite uma grana na minha conta da caixa.
Em tempo: Há na internet uma foto do transferidor pronto e caso não seja encontrado, dá para ter uma noção de montá-lo baseado na mesma.

domingo, 27 de março de 2011

REPOVOAMENTO DE TILÁPIAS




Hoje recebo um e-mail de um pescador, propondo uma campanha de repovoamento de tilapias na represa Capivari Cachoeira.
Sem dúvida, seria uma excelente iniciativa, porem, expus á ele algumas das realidades que lá são freqüentes, a saber:
A primeira é a pesca predatória, procedimento que ocorre á longos anos em diversas represas, rios, lagos, praia e mares de nosso País, mais no Capivari especificamente, além do uso de redes, tarrafas, bóia louca, espinheis, agora existem pseudos-tilapeiros que se utiliza de garateias em substituição aos anzóis normais e pecando de “lambada” fisgam os peixes pelo corpo e aqueles que escapam feridos, acabam morrendo posteriormente.
A segunda é que raramente nossas autoridades fiscalizam o local e quando o fazem sempre é no período diurno, sendo que tais práticas acontecem á noite.
Que se faça justiça ás autoridades, especialmente nossa FORÇA VERDE E IAP, afinal, são eles responsáveis em coibir abusos de todos os tipos e naturezas em nosso estado, portanto, não podem estar em todos os locais á todo momento, mais onde conseguem agir, os resultados são satisfatórios.
Além disso, existe também, o habitual comportamento dos demais pescadores, tanto os de barranco, embarcados e outros que participam de campeonatos que por lá acontecem, então, se eles além de não se interessarem em preservar, muito menos se incomodam em denunciar as irregularidades que presenciam, imaginem então, se estarão interessados em repovoar este reservatório?
1) Some-se á isto, que nos pesqueiros públicos, que são propriedades particulares, seus responsáveis não coíbem práticas predatórias, pois estão mesmo interessados no faturamento que auferem com cobrança de taxa de utilização, certamente nem adianta falar em participar de tal iniciativa.
2) Por outro lado, se infelizmente também, nem adianta tentar convencer quem pesca de forma normal á só levar alguns peixes para consumo imediato, devolvendo os excedentes, então participar de campanha de repovoamento pode ser mesmo uma utopia.
3) Conclusão: Seria uma falta de respeito e consideração não concordar com o meu amigo, que todos os envolvidos direta ou indiretamente deveriam priorizar tal alternativa, mais na real, quando os peixes rareiam, o normal é ir á procura por outros lugares, portanto, não é só na Represa do Capivari que se constata tal realidade, concordam?