sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Pescador não mmente, quem sabe aumenta um pouco.

Baseado  em fatos reais, quem sabe, a afirmação acima seja verdadeira?
Quarta feira passada,  liguei para meu companheiro Emerson e soube como estavam as coisas no Capivari, pesqueiro Recanto do Sabia. Segundo suas informações,  o nível da água na represa subiu como a muitos anos não se via. Aliás, diga-se de passagem,  tal fato,  me fez lembrar do que acontecia à uns 15 anos atrás, pois a água chegou na entrada daquele pesqueiro.
Justamente por isso, provavelmente os cardumes das tilápias estejam se alimentando do capim que cresce ao longo de uns 200 metros até a entrada, que por outro lado, esta situação acabou se transformando numa fonte de enrosco.
Mas vamos ao que interessa:
Quinta feira, cheguei no local por volta das 9 horas da matina e os melhores pesqueiros indicados pelo colega estavam  ocupados, portanto, escolhi um, que ficava a uns 5 passos do de onde estacionei o carro, porém, se usasse varas de 2,70 haviam enrosco e maiores, era preciso aumentar o comprimento das linhas para chegar ao fundo do mesmo.
Em torno das 11 horas, fui encomendar um almoço e descobri que havia um pesqueiro vago, naquele outro local, então me mudei para o mesmo.
Após experimentar a profundidade, descobri que poderia usar as varas curtas, depois aquelas de 3,20 e de 3,60, apesar que  vinha algum capim podre no anzol, mais o problema principal era a enorme quantidade de tilápias miúdas e lambaris que acabavam com o milho verde.
Depois do almoço,  preparei minha cama dentro da Parati e passei o resto da tarde batendo papo com os demais freqüentadores ao longo de toda extensão do local.
Lá pelas 18 horas, voltei ao pesqueiro e até escurecer os peixes miúdos não davam  sossego, entretanto, ao escurecer começaram a sair tilápias um pouco maiores, até que lpa pela meia noite, uma grandona se fisgou e um companheiro ao lado tentou me ajudar capturá-la com o passaguá, mas ela enroscou-se em outra linha e acabou escapando.

Esta é a razão do título da afirmação acima, então, lá pelas 2 da matina, fui dormir e logo CEO juntei as tralhas e vim embora.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Criação do bicho da laranja.


Na verdade, creio que podemos chamá-lo de bicho da fruta, pois, ele se reproduz em várias delas, tais como: a parte branca da casca da melância, melão,mamão e banana entre outras.
As Larvas do mesmo, demoram em media 12 dias para chegar ao estado adulto e exigem reposição constante das frutas e tem tempo de vida media em 50 dias.
Basta consultar a Internet, pois existem vários vídeos informando ou indicando como se faz a criação do mesmo, eu particularmente percebi que aqui em Curitiba/Pr,  a criação só dá resultado nos meses quentes do ano ou seja, a partir de novembro, especialmente nos dias com muito sol, pois o calor parece fazer a diferença no desenvolvimento dos ovos e larvas.
Para minhas criações, uso uma bombona plática nas seguintes dimensões:
40cm de comprimento x 20 cm de largura x 30 de altura, bem como:
1-Coloco uma porção de 1 kg de  farelo de trigo e a mesma quantidade de quirera de milho grossa UMEDECIDAS;
2-    Acrescento  na mesma, algumas laranjas cortadas pela metade;
3-    Para proteger das interpéries, coloco sobre a bombona um pedaço de ripão de 5cm de altura no comprimento pouco maior que 30 cm.
OBS: A altura do ripão é para proporcionar uma abertura para a vespinha entrar no recepiente e botar.
4-    Sobre o ripão, cubro com outro pedaço de telha eternite nas mesmas dimenções e pesos sobre as mesmas.
Quem se der ao trabalho de criá-los deve estar ciente que com o tempo, a mistura irá apodrecer e vai exalar um cheiro desagradável, portanto, o recepiente deve ser colocado em local ensolarada num espaço no quintal da casa.
Outra dica é como separar as larvas para pescar:
1)- Colocar uma parte da mistura “podre” numa outra vasilha e acrescentar farelo de trigo e quirera e mexe-la usando uma luva para isso;
2) Com a claridade, as larvas irão para o fundo da vasilha, então, ir aos poucos retirando a nova mistura colocada;
OBS: Para facilitar este trabalho, uso um pote de sorvete no qual faço inúmeros furos de até 5mm, os quais farão a vez de uma peneira, separando assim a mistura das larvas.
 

Larvas da laranja ou bicho da laranja
Provavelmente Hermetia illucens
Características: Possuem larvas de 2 cm de comprimento muito apreciada pelos peixes, e inclusive pescadores as usam para isca, por serem muito atrativas aos peixes na natureza.


Evidentemente as ilustrações acima demonstram as fases de criação, então, as larvas “branquinhas”  são as ideais para iscas nas pescarias, porém, vão ao longo dos dias se trnasformando em “larvas pretas” e estas posteriormente em vespas, daí o ciclo se repete.
Assim sendo, as larvas pretas , devem ser retiradas da criação e colocadas em outro recepiente, pois assim,  que se transformarem em vespas irão botar novos ovos e dão continuidade ao processo.
Como acima foi mencionado é importante a reposição das frutas.
Agora só falta uma coisa....

Mãos à obra.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Pesqueiro do Jair Catarina - próximo à colonia marcelino

 Já faz duas semanas que não pesco, então, resolvi dar uma olhada na última narrativa que fiz, assim, aproveito para responder aos comentários feitos na mesma, informando como chegar no pesqueiro do Jair Catarina, também conhecido como pesqueiro da “mulher dos porcos”.
Nas vezes que lá estive,creio que a distância do mesmo, partindo do centro de São Jose, seja em torno de 25 à 30 quilômetros, a maioria por estradas de chão.
Para chegar ao mesmo, haverá duas opções:
Pegar a rodovia que vai à Garuva e assim que passar pela ponte do rio miringuava, pegar a marginal , seguir como quem vai à Audi e se informar do trajeto à colonia marcelino...
Preferi usar o seguinte caminho :
11-     Seguir pela avenida Rui Barbosa, passando por cima do viaduto que vai ao “patronato santo antonio, passando na frente do pesqueiro Santa Cecilia, seguir sentido da ponte do rio miringuava e continuar em frente:
1-2-  Ao chegar na rotatória que vai ao Umbará, virar `esquerda, seguir em frente, até passar em cima da ponte do rio tatu, ignorar a entrada a direita que leva ao pesqueiro Capão do Pinho, uns quinhentos metros da ponte  e seguir em frente...
33-      Depois de alguns quilômetros em estrada de chão, haverá uma placa indicando o trajeto para a Fazenda Rio Grande –IGNORAR- seguir em frente a esquerda, logo se chega no local chamado AGARAU...
4)4-     Como faz tempo que não vou para aqueles lados, não posso informar se a estrada que leva à localidade da COTIA, ainda está interditada. Se estiver, logo que passar um mercado no Agarau, pegar a direita e seguir em frente, até encontra uma bifurcação onde existe uma CRUZ, nela virar a esquerda, seguir alguns Quilômetros e logo chegara num  armazém ou mercado da Cotia...
55-      Daí virar a direita e seguir em frente ignorando as estradas tanto a direita como esquerda, até encontrar um pesque pague, daí,  poucos metros do mesmo, existe um PORTAL, que é a entrada do pesqueiro...
66      Abrir o portão e descer até a casa do proprietário.
Parece complicado, não é mesmo?
Não é, todo este trajeto é o mesmo que leva à Colonia Marcelino, aliás, ele fica a uns três quilômetros antes desta localidade, na dúvida durante o trajeto, obviamente é melhor perguntar.
77-   Quanto o material à ser usado, se for varas telescópicas, leve as de 3 ou 4 metros, lembrando que próximo as margens dos lagos, as profundades não passam de 1 metro, porém, com molinetes com chuveirinho com ou sem boias, a profundidade aumenta conforme a distância nde as linhas forem lançadas.
8-8-     A isca usada,  são as massas, testar qual aquela que dá melhor resultado tanto na nos sabores da cor vermelha ou amarela...
99     O resto fica por conta daquela “PECINHA” atras da vara.
110-  Pra o companheiro que quer saber como manter a peninha parada quando houver vento, colocar um chumbo mais pesado que o normal que corra sobre a linha e regular a mesma na profundidade adequada, onde ela poderá ficar completamente deitada ou se preferir, achar um jeito de deixála um pouco inclinada.

111-  No mais, levar em conta a sugestão do item 9.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Voltei ao pesqueiro na sexta feira passada

É pessoal...
Vou ser curto neste relato, confirmando o título do mesmo, pelo qual sai de casa após as 8 horas da matina e chegando ao mesmo lá pelas 9 horas, indo pela estrada que vai à Colônia Marcelino, ou seja, passando pelo pesqueiro S.Cecilia, Capão do Pinho e aí em diante. De casa até o mesmo, percorri exatamente 31 quilômetros e tirei algumas informações com a dona do pesqueiro, que confirmou que em todos os lagos existem tilápias  e em alguns estavam outros pescadores tentando capturá-las  , bem como, linhadas armadas para carpas.
Resolvi ir ao mesmo lago da vez anterior e usar o mesmo pesqueiro anterior, más era impossível devido o vento que soprava, então, fiz um novo pesqueiro  uns 10 metros do inicio do mesmo, só que a profundidade do local era de aproximadamente 70 cm, mas devido a altura do barranco, o vento não iria atrapalhar.
Desta feita armei 3 varas de 2,70 mt, preparei a massa conforme recomendado , más não sei exatamente quanto tempo passou, até que capturei uma tilápia de palmo.
Resolvi ir até o carro fazer um lanche a ao voltar, logo capturei um "cascudo" creio que de 2 kg que proporcionou aquela briga.
Logo a seguir, bateu uma tilápia de kilo, vocês podem imaginar a emoção em ver a varinha vergar mesmo que a briga tenha durado alguns minutos que pareceram uma eternidade.
Armei outras três varas de 3,20 mt com milho verde, cevando com o mesmo, mas não deu resultado.
Foi esse o resultado da pescaria, pois fiquei no local até as 16,30 horas.
No caminho parei no Capão do Pinho para saber como estão as pescarias, sendo, que durante o bate papo com um dos proprietários, alguns pescadores estavam indo embora com exemplares de aproximadamente 5 quilos de carpas cabeçudas.
Como hoje é segunda feira de finados, meu programa e ir com meus filhos ao cemitério levar flores ao túmulo de ,minha esposa e a partir de amanhã ou quando o tempo melhorar de fato, vou ao Capão do Pinho, arriscar alguma tilápia na cava fora do tanque principal e quem sabe também volte ao pesqueiro citado acima.
Então, in té...

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Quanta frustação

Olá Pessoal
Conheci no parque São Jose, outro aficionado na pesca da tilápia, o Mateus que me convidou para conhecer um novo pesqueiro dizendo que o mesmo se chama Jair Catarina.
Combinamos nos encontrar na terça feira passada no Posto Cupim 2, na marginal que vai para a Vila São Marcos em São José dos Pinhais.
Acordei naquela manha as 5,30 da matina, carreguei o "possante" enquanto a água fervia para o café da manhã, onde levaria uma "certa" quantidade numa garrafa térmica, acompanhada de uma coca de 600ml, mais dois lanches, bolacha salgada, água congelada e banana, estas, pretendia usar na massa, substituindo a água do pesqueiro.
às 6,30 lá estava eu no páteo do posto, horário combinado para nos encontrarmos, entretanto, os minutos foram passando e nada de meu companheiro. Achei que estava levando um "cano" do mesmo, porém, resolvi ligar para o seu celular e ele na verdade havia perdido o horário, más dez minutos depois, estava presente.
Seguimos então, para o pesqueiro, seguindo pela aquela marginal e depois uma rua asfaltada que passaria próximo a Audi e dai em diante, onde o trajeto se tornou de ruas aibradas, até que chegamos no local conhecido como colônia cotia e seguimos em frente, até encontrar uma rotatória e dai fomos em frente, seguindo a rua a direita em direção a colônia Marcelino, até que quatro
quilometro antes chegamos ao pesqueiro.
 o mesmo, na entrada não há nenhuma indicação que se trata de um pague pesque, há um portão, por onde entramos e paramos numa residência do proprietário, onde uma senhora veio nos cumprimentar e cobrar a entrada, que é de R$ 15,00 por pessoa.
No local existem uns 6 tanques, todos com uma variedade de peixes, entre os quais: carpas, tilápias, bagres, cascudos, carás, lambaris e até pacus.
"FAZENDO UM ADENDO"-  No ano passado, eu e meus dois filhos fomos a procura num pesqueiro na colônia Marcelino, passamos do lado deste pesqueiro, porém, não sabíamos que nele era permitido pescar.
VOLTANDO A NOSSA PESCARIA;  O Mateus já havia ido ao local outras vezes e conhecia os macetes da pesca da tilápia, daí fomos ao último tanque da propriedade, caminhando por aproximadamente uns 300 metros e lá nos instalamos.
Ele com usas varas de 3 metros e eu com as minhas de 4 metros, as quais preparei segundo suas dicas, ou seja: Linha 35, anzóis 14 reforçados e , penas e chumbo proporcional as mesmas, pois segundo ele, podia "bater" tilápia de mais de 3 quilos e quem sabe alguma carpa????
Como havia levado uma ceva de farelo de trigo misturado com quirera grossa, a umedeci e cevei nosso locais de pesca.
Uns 15 minutos depois o Mateus já começou a capturar algumas tilápias de palmo e eu...nada.
Nossa isca era massa amarela sabor mel, banana e amendoim e devia ser preparada a consistência daquelas que se usa para pesca de carpa cabeçuda.
Achei que devia acrescentar na minha, um pouco de farinha de trigo e mandioca, pois, havia esquecido as bananas no carro e tive a preguiça em ir buscá-las.
Umedeci a mesma com água do pesqueiro e procurei acertar na consistência, mais, ela não dava nenhum resultado.
O Mateus recomendou que fizesse outra massa, usando somente a mistura do pacote que possivelmente o resultado melhoraria.
Na verdade, o problema estava no material que preparei, que mudei ao longo da pescaria, mas continuava sem sucesso.
Logo chegou um outro pescador, conhecido do Mateus  e de cara já capturou uma tilápia de palmo, más também foi a única.
As horas foram passando o Mateus volta e meia captura alguma tilápia, inclusive pelo menos umas quatro de quilo e mais um cascudo de uns dois quilos e eu e o outro pescador ficamos apenas assistindo.
Como já disse, ele conhecia o "macete" ou seja, ao menor movimento da peninha, quase imperceptível, ele se dava bem, coisa que eu e o outro pescador, não percebíamos, portanto, só estávamos alimentando os peixes.
O fato que insisti ficando no local até as 17,30 e daí resolvi voltar para casa.
Usei um outro caminho conhecido, que sairia no centro de São Jose, mas para meu "azar", no percurso, furou um pneu do carro e tive de trocá-lo, depois parei numa borracharia próximo ao pesqueiro Santa Cecilia para consertá-lo.
Em alguns trechos da estrada, os moradores molharam a rua de saibro para diminuir o pó, então, meu carro ficou aquela maravilha de sujeira, que tive que levá-lo ao lava car.
Estou pensando em voltar ao local nesta sexta feira e se não estiver ventando como hoje, senão, com certeza estaria por lá na próxima terça feira, desta vez, com varas de 3 metros preparadas com material  bem leve e espero me dar bem e não uma nova frustração.
Abraços.




sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Pescando no parque São Jose

Olá amigos:
Desde de agosto, após o falecimento de minha esposa, para suportar a solidão, comecei indo pescar diariamente no parque São José, antigo PAVOC.
Naquele local, não só eu, mas outros pescadores comparecem para arriscar a sorte, especialmente meus companheiros Casimiro e o Carlito ( vulgo mosquito).
Por incrível que pareça, tem manhãs que não nos damos bem, mas em outras dependendo do local, dá para capturar entre 10 a 20 tilápias, a maioria de uns 10 centímetros e raramente algumas de palmo de comprimento.
A isca que usamos é o milho verde tamanho médio .
Quanto as  linhas são no diâmetro 20 ou 25mm e o anzol um pouco maior que os de lambari com peninhas ou boinhas pequenas e chumbo de peso proporcional às mesmas.
Cada um de nós tem seu pesqueiro preferido, então é preciso cevar o local sem exagerar com milho verde picado e um tanto de ração de coelho ou de peixe em cada pescaria;
Percebi ao longo das pescarias que o comprimento das varas não devem ultrapassar os 4 metros e em alguns dias, as ações dos peixes são nas varas de 3 metros e pelo menos duas delas armadas um metro do barranco.
A grande dificuldade na maioria dos pesqueiros é o vento que começa a soprar em torno das 10 horas da manhã, mas quando os peixes estão ativos ele não atrapalha.
A vantagem de pescar no parque é que é fácil estacionar e levar as tralhas de pesca numa distância máxima de 500 metros até os pesqueiros, os quais são limpos e com os gramados bem aparados pelos pessoas da prefeitura.
O Carlito e o Casimiro em ocasiões diferentes já capturaram "carpas capim" de até 8 quilos e muitos pegam traíras armando linhadas de mão com tilapinhas miúdas.
É de conhecimento dos frequentadores que será possível capturar tilápias de bom porte a partir de dezembro especialmente na pesca noturna, portanto, todos nós estamos aguardando a chegada deste mês.
O grande barato ( barato mesmo) é que para pescar no local, no meu caso, gasto apenas um litro de gasolina e nada de pagar entradas e se as coisas acontecerem conforme o previsto, de dezembro em diante, possivelmente não valerá a penas ir ao capivari, se considerar o gasto para tanto.
Então, para quem não tem nada a fazer em casa, vou ao parque no mínimo para passar o tempo em minha viuvez.
Abraços.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Não dá para acreditar em dono de pesqueiro

Segunda feira, 19 do corrente p.p. depois de um longo tempo, resolvi ligar para o Tadeu do Recanto do Saviá, para saber sobre as coisas por lá e ele em resposta falou que parte de minha galera estava por lá, ou seja: o Osvalin e a esposa, o Emerson e o Zacarias, bem como, que os pessoal em geral estava pegando algumas tilápias dee bom porte.
Como já passava das 18 horas, fui colocando no carro parte das tralhas que sempre levo quando vou pescar naquele local, pois achei melhor deixar a minha ida ao local na manhã de terça de fato, às 5 horas da matina, pulei da cama e fui preparar o café , bem como, a “boia” que ia levar, e ainda a que deixei para meu filho Tiago e a comida de minhas cadelas.
Com o carro carregado com o restante das “coisas” peguei a estrada e cheguei no local às 7,30 da matina e desci o barranco para preparar o lugar da pescaria, levando parte das tralhas.
O Emerson já estava a postos e disse que na noite de segunda não foi possível pescar devido ao vento e ao frio daquela noite.
Armei minhas 5 varas de 4 metros e logo uma delas encontrou um “enrosco”, resolvi então usar as outras de 3,60 más o problema continuava, assim resolvi mudar para um local uns 5 metros adiante e para minha “sorte” lá também havia outro enrosco, então para resolver a questão, acabei armando somete quatro varas e ao lançar as linhas na [agua, com o anzol iscado com milho verde, os alevinos de tilária acabavam com tudo.
Havia tantos alevino que ao lançar as linhas e eles se assustavam e faziam “aquele” barulho característicos  e mesmo detonando as iscas, acabei pegando ao longo das horas dois deles que a cabeça encostava no rabo.
Já que as coisas estavam daquele jeito, subi o barranco e fui armar minha barraca no quiosque que o Emerson tinha armado a dele.
Logo o Emerson também subiu para preparar o nosso almoço e ficamos batendo um papo com outro pescador o Nelson ( Japonês) que vei ao local.
Depois do almoço, para não perder o costume, fui tirar uma “séstia” e por volta das 15 horas desci ao pesqueiro e as coisas continuavam da mesma forma e acabei pegando mais um alevino.
Para quem conhece os pesqueiro do Sabiá, sabe que nas tarde o sol forte  quase torra os pescadores, então, o melhor é ir bater papo com o pessoal que estava por lá e esperar a noite chegar para continuar a empreitada.
E assim aconteceu, mas nenhuma ação, até que de repetente uma boinha deu sinal de vida e lá veio outro alevino de tilápia e com os passar das horas outra ação, desta feita um “cascudinho” se fisgou e foi devolvido.
O clima estava ótimo, somente perto das 23 horas tive que vestir uma camisa de manga comprida e de todo o pessoal que estava do meu lado esquerdo, com a mesma “ sorte”, apenas um “cara” do meu lado direito de vez em quando fisgava algum peixe, pois, estava usando “bicho de laranja” como isca.
Desanimado e cansado,meia noite  resolvi recolher as tralhas e levar ao carro, pois pelo resultado, logo na manhã de quarta feira, ia tirar o time de campo.
Foi um sufoco para pegar no sono, fica difícil se acostumar e dormir no colchão inflável  e creio que lá pelas 4 da matina, veio um vento forte, nada aconteceu conosco, mais pela manhã deu para ver que todos os pescadores que estavam no local e no barranco da Pousada Capivari, também haviam se mandado.
Erste foi o resultado de mais uma pescaria frustrada no Capiva e penso que só vou voltar lá no final de novembro ou na metade de dezembro????
É isso aí.